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R$ 10 milhões para diminuir o estoque de vinho
Governo anuncia para o próximo dia 21, o primeiro leilão de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP) para o vinho. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o leilão se justifica já que o setor vinícola tem estocado o equivalente a duas safras e enfrenta a concorrência acirrada dos vinhos importados.
Registrando um crescimento de produção regular há cinco anos, o setor vinícola também se ressente do baixo consumo per capta nacional ( cerca de 2 litros/ano).
O ministro da Agricultura, Luís Carlos Guedes Pinto, anunciou o Leilão para o vinho quando serão ofertados 12 milhões de litros do produto, com previsão de prêmio máximo de R$ 0,65 por litro. Os interessados em participar do pregão terão de comprovar o pagamento do preço mínimo ao produtor (R$ 0,75 por quilo de uva) e o escoamento do produto da Região Sul (RS, SC e PR) para outros Estados. O ministro estima que o investimento em prêmios possa atingir R$ 10 milhões.
O setor acredita que o leilão vá cobrir a diferença em relação ao custo do produto, que é maior que o preço que o mercado está disposto a pagar, aliviando os estoques e captalizando as vinícolas.
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Moveleiros discutem salvaguardas contra a China

O risco iminente de desorganização do mercado moveleiro do Brasil levou a Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel) a convocar os empresários do segmento de móveis de escritórios, para uma reunião-almoço, que acontecerá em 23 de novembro próximo, no prédio-sede da Fiesp, em São Paulo, para discutir a adoção de salvaguarda.
A salvaguarda é instrumento de proteção contra a desorganização do mercado doméstico, utilizada para evitar falências e desemprego em massa. O maior risco deve-se ao fato de que a invasão do mercado brasileiro de móveis de escritório – e também em outros segmentos – pode acontecer de repente, sem aviso prévio.
A decisão da Abimóvel de convocar essa reunião-almoço no dia 23 de novembro, às 12h, no 16º andar da Fiesp, em São Paulo, aconteceu após consultas a empresas do setor. A principal ameaça para os fabricantes brasileiros, de acordo com os empresários, vem da China, a grande vilã do comércio mundial atualmente.
Na reunião-almoço, serão apresentadas as formas jurídicas de defesa comercial disponíveis, entre elas os direitos antidumping, direitos compensatórios e medidas de salvaguarda, e como os empresários do setor podem aderir à ação. A entidade pretende entrar com a ação na segunda quinzena de janeiro de 2007.

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A São Paulo Alpargatas planeja a aquisição de marcas de calçados em outros países, e não de fábricas, na sua estratégia de crescimento no exterior. Por trás da decisão estaria a facilidade de se terceirizar a produção em qualquer lugar do mundo, dispensando a necessidade de compra de unidades fabris. A Idéia é a aquisição de marcas no segmento de tênis, considerado o filé mignon do setor. A Alpargatas já detém a licença de Mizuno, Timberland e Topper no Brasil, além de possuir o nome Rainha. As novas marcas poderão entrar em segmentos hoje não atendidos pelo portfólio de produtos da companhia. Ou até concorrer com os calçados já existentes. A empresa reduziu as atividades em Veranópolis e está produzindo mais no nordeste do país.
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Duratex planeja aumento da produção

A Duratex, do grupo Itaúsa, está avaliando um plano de investimento para a expansão das operações. O volume total de recursos a serem aportados pode chegar a US$ 250 milhões, que serão aplicados em até três anos na ampliação da capacidade produtiva, para eliminar "gargalos", principalmente na divisão de madeira. A divisão Deca, de louças, metais sanitários e acessórios, também pode receber investimentos. O volume é bastante superior aos R$ 416 milhões aplicados entre 2003 e 2005.
O setor de construção civil está bastante aquecido, Somente este ano, o setor da construção civil deve apresentar um crescimento de 5,1%.
Uma das linhas que poderá receber investimentos é a de MDF, que hoje tem capacidade para produzir 640 mil metros cúbicos por ano. Uma nova linha, com capacidade de, no mínimo, entre 200 e 220 metros cúbicos, custaria US$ 90 milhões.
É possível ainda a construção de uma nova fábrica, que ficaria na região Sudeste.
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