Diante das dificuldades enfrentadas pela administração direta para afastar e punir funcionários públicos condenados por crimes de improbidade e de corrupção, há sete anos o Congresso Nacional decidiu rever a legislação correspondente, adotando procedimentos mais rápidos para julgamentos e punições mais severas para os servidores acusados de desídia (preguiça, indolência e desleixo) ou que praticam tráfico de influência, recebem propina e usam o cargo indevidamente, exorbitando de suas prerrogativas.

As mudanças parecem ter surtido algum efeito. Entre outubro de 2003 e outubro de 2010, segundo levantamento que a Corregedoria-Geral da União acaba de divulgar, 2.802 servidores federais foram exonerados. Com 720 expulsos - num universo de 40,7 mil servidores -, o Ministério da Previdência Social é o campeão de punições. Em segundo lugar está o Ministério da Educação, onde 456 funcionários concursados - de um total de 181,2 mil - foram expulsos do serviço público. Nos 37 Ministérios, em apenas 3 - Turismo, Esportes e Desenvolvimento Social - não houve demissões por improbidade e corrupção.

Considerando-se que a administração direta federal tem cerca de 552 mil servidores, segundo dados do Ministério do Planejamento, a exoneração de 2.802, representando 0,54% do total, parece insignificante. Mas não é.

Com a nova legislação, "o servidor pode não ir para a cadeia, mas perde o cargo.

E os dados mostram a importância da continuidade de programas e políticas públicas no âmbito da máquina governamental. Ao dar sequência ao que foi iniciado na gestão anterior para tentar moralizar a administração pública, o presidente Lula agiu corretamente. Essa é uma lição que a presidente eleita Dilma Rousseff não pode esquecer, se quiser modernizar a gestão pública no País.
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Tarso é quem vai decidir sobre aeroporto
A construção do Aeroporto Regional em Vila Oliva, distrito de Caxias do Sul revela que além das condições técnicas do local a força política e empresarial da maior cidade da serra prevaleceu. Se assim não fosse, o governo tecnicamente poderia ter anunciado o local muito antes. A demora no anúncio tem caráter meramente político. O governo já tinha o relatório técnico há algum tempo. A própria Anac já tinha sinalizado que tecnicamente Vila Oliva é melhor.

Embora não tenha havido o anúncio oficial, apenas afirmações no microblog da governadora, o Twitter, muitos já tem a certeza de que o aeroporto será em Caxias. Ela recebeu do secretário Daniel Andrade o relatório final que confirma que o melhor lugar é em Vila Oliva.

Agora aposto que governadora entregará tudo para as equipes de transição. Ela não tomará uma decisão sobre o caso. Isto caberá ao novo governador Tarso Genro. E por isso alguém pode perguntar: Estaria disposto o novo governador a desconsiderar uma recomendação técnica e politicamente decidir por outro lugar? Não. Tarso não fará isso, até porque a força do PT em Caxias é ainda maior.

Mas mais importante do que o lugar, é a região ganhar um aeroporto. Será um grande aeroporto. Para cargas e passageiros. Moderno! Só para ter uma idéia hoje o Salgado Filho tem 2,4km de pista, com a expansão terá 3,4. O aeroporto atualmente usado em Caxias do Sul, o Hugo Cantergiani, possui uma pista de 1,94 mil metros. Lá terá pistas de 4,1 km e a secundária de 3,1 km, será para pouso de grades aeronaves para cargas e passageiros separados. Isso é o que temos que celebrar.
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Balanço Econômico apresenta efeitos da crise em Garibaldi
Os efeitos da crise econômica que afetou o planeta em 2009 refletiram no resultados das empresas de Garibaldi. Esta é a afirmação da 11ª edição do Balanço Econômico, apresentado na CIC, no sábado, 27 de novembro. Mesmo que, em uma primeira análise, a impressão era de que a crise teria passado ao lado, os números e a análise da publicação demonstram uma retração na economia local.

A publicação, apresenta também a relação das 50 melhores empresas do município, definidos a partir da Receita Líquida, Salários e Encargos, Lucro Operacional, Impostos sobre Vendas e Patrimônio Líquido.

AS MELHORES
1º Tramontina Garibaldi
2º Möet Hennessy do Brasil
3º Madem
4º Telasul
5º Frinal
6º Frigorífico Nicolini
7º Cooperativa Agrícola Cairú
8º Bortolini Móveis
9º Metalúrgica Simonaggio
10º Cooperativa Vinícola Garibaldi
11º Tibre Indústria Metalúrgica
12º Metalúrgica Martinazzo
13º Pabovi
14º Rápido Garibaldi
15º Prattica Logística
16º Madelustre
17º Mapan Montagens Industriais
18º Simonaggio e Cia
19º JHM Engenharia e Construções
20º Comercial Agrícola Safra
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Será possível obter candidatura única na FIERGS?
Leia o apelo que Paulo Velinho faz aos empresários da FIERGS

Senhores Presidentes:
Aos 83 anos e com serviços prestados não só ao Estado como ao Brasil, que não preciso detalhar, pois os senhores conhecem a minha história, faço-lhes um apelo: não permitam que as individualidades se sobreponham ao maior patrimônio da FIERGS/CIERGS: A UNIDADE. Exijam como é do seu direito e dever uma candidatura de consenso, que sempre conseguimos no passado, mantendo-se assim as entidades sem fraturas que sempre são uma conseqüência de um processo de sucessão com mais de um candidato, que no caso presente além do Sr.Heitor Müller, temos notáveis empresários como Astor Schmitt da Randon, Gilberto Petry da Weco, Humberto Busnello da Toniolo Busnello e o Engenheiro Ricardo Felizzola da Altus. Agradeço-lhes não só a atenção em ler o presente, como também pela forma carinhosa que me dispensam quando os encontro.

Um grande abraço.
Paulo Vellinho.
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Obras para Femaçã já começaram
As Secretarias de Obras e Turismo de Veranópolis estão realizando uma alteração no pavilhão da Femaçã. O tablado que antigamente era utilizado como quadra de futsal está sendo retirado para a instalação dos stands para a feira, que acontecerá de 15 a 17 e 21 a 24 de abril de 2011.

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