Boa Notícia: Receita inutiliza seis mil garrafas de vinhos
Fiscais da Receita Federal estarão mais uma vez hoje em Bento Gonçalves para esvaziarem milhares de garrafas de vinhos, espumantes, destilados e outros produtos que entraram de forma ilegal no Brasil. No inicio do ano a Receita já tinha feito uma operação assim em Bento. Fará hoje de novo. A operação deve durar o dia inteiro tendo em vista o rigor e o controle. Eles esvaziam as garrafas, tomam nota, fotografam, recolhem as embalagens, enfim, o serviço é demorado.

Operações como esta são muito bem vindas para o setor vinícola. É uma boa noticia e um exemplo de que é possível sim fiscalizar e combater o contrabando. Tem que ser elogiada e deveria ser freqüente. De cada cinco garrafas de vinho estrangeiro comercializadas no Brasil, pelo menos uma entra no Brasil ilegalmente pela fronteira com o Paraguai (caso das que serão inutilizadas). Hoje, 20% do vinho consumido no Brasil entra pelo Paraguai por meio ilegal. É isso que tem que ser combatido, até porque o Paraguai é apenas um entreposto, assim como o Uruguai, que aos poucos esta se tornando um paraíso para quem quer comprar vinhos importados.

Nos três estados do Sul, esse é um grande problema para os produtores nacionais e para os importadores. O contrabandista não paga imposto algum. Primeiro, veio o vinho muito caro e depois o resto. De dois anos para cá, essa situação explodiu. São caminhões e caminhões de vinhos contrabandeados. Já ouvi dizer até que há contrabandista dando curso de vinho. É coisa pesada. Na Câmara Setorial do Vinho, há hoje um consenso: a burocracia só ajuda o vinho que compete com o vinho nacional. A burocracia e um ICMS de 25% levam à sonegação e ao contrabando. O vinho tem uma carga tributária punitiva. Um vinho nacional paga 47% de impostos. E o importado tem tudo isso mais o imposto de importação e os custos portuários, um dos mais caros do mundo.

Portanto fiscalizar o contrabando é só uma parte. Mas melhor que seja feito.
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Para um Brasil competitivo
O governo vai propor ao Congresso, em fevereiro, medidas para reduzir os custos industriais e tornar as empresas mais competitivas.Pelo menos é o que garante o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. Serão, segundo ele, as "primeiras medidas" para desoneração das indústrias. O sinal é animador. Pode-se resumir numa palavra a maior parte dos problemas da indústria brasileira: competitividade.

Estão na infraestrutura, nos impostos, na burocracia pesada e ineficiente, na insegurança jurídica, os maiores problemas para as indústrias.

No caso da tributação, o desafio será montar um conjunto coerente de ajustes para a modernização do sistema. Seja como for, uma das principais dificuldades permanece: será preciso conduzir negociações muito complicadas com os governos estaduais. A guerra fiscal entre estados é um problemão.

Nenhuma revisão dos tributos será suficiente, se não atingir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A maior parte dos créditos fiscais cobrados pelos exportadores é de responsabilidade dos Tesouros dos Estados. Além disso, a guerra fiscal é uma consequência de políticas adotadas pelos governadores. Qualquer mudança tributária será muito limitada, se o governo central, para tomar o caminho mais confortável e menos trabalhoso, desistir de alterações no ICMS.

De toda forma, só será possível avaliar o ímpeto reformista - ou meramente inovador - do novo governo depois de conhecidas as primeiras propostas de desoneração. O que a sociedade não aceita mais, é apenas discurso e promessas. Falta agir.
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Lula ganhará R$ 200 mil por palestra
Agora fora do poder, o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva começará a fazer palestras a partir de março. Estima-se que o cachê por evento deva superar R$ 200 mil. Até lá, escolherá a dedo os eventos que lhe interessam.Lula é esperado para o Fórum Social Mundial (6 a 11 de fevereiro), no Senegal --sua primeira viagem internacional pós-Planalto.
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Os Tampos de vidro da Cinex para Cozinhas
Utilizando a versatilidade do vidro, que favorece a personalização do ambiente, os tampos de Vidro da Linha Piano Zaffito disponibilizados pela Cinex de Bento Gonçalves, são perfeitos e estão disponíveis em toda a variação da cartela de cores da Cinex, como Botticelli, Sabbia e Giallo, que são pintadas no produto.


“Além de acrescentar sofisticação nas cozinhas, os tampos possuem procedência de qualidade. São resistentes a riscos, altas e baixas temperaturas e possuem excelente durabilidade. É uma opção diferenciada para compor o espaço, deixando-o ainda mais aconchegante e ajudando na homogeneidade da decoração”, diz César Cini, diretor-presidente da Cinex.

Para facilitar o escoamento da água, a Cinex pode realizar um processo de usinagem no vidro que agrega ainda mais tecnologia ao produto. Além disso, há opções com descanso de panelas: outro diferencial oferecido na linha.

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