Mas câncer tem cura!

A dívida pública do Rio Grande do Sul foi negociada em 1998, gestões do Antônio Britto, Governador do PMDB do Rio Grande do Sul, e Fernando Henrique Cardoso, Presidente da República. Não foi Brito o culpado pela dívida. É coisa de 40 anos. Culpa de todos. A Resolução do Senado nº 64/98 veio renegociar a dívida de R$9,4 bilhões, pagáveis em trinta anos, em parcelas corrigidas, com juros de 6% ao ano mais a variação do IGP-DI. Foi feito um abatimento de R$1,6 bilhão. No pagamento das parcelas, foi estipulado o limite máximo de comprometimento de 13% da receita líquida real, sendo que, em caso de atraso no pagamento, esse limite passaria a 18% da receita líquida real. À época, foi considerado um bom acordo. Os índices de inflação estavam lá em cima, os juros estavam lá em cima. Hoje, se transforma num grave passivo para o Estado. Hoje, tornou-se um câncer.
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