Crise e desemprego

A crise provocada por uma “nova matriz econômica”, composta pelo relaxamento da política fiscal; pela tentativa de forçar a desvalorização do câmbio e a queda dos juros; e pelo aumento e reforço de uma série de mecanismos de intervenção do Estado na economia estão produzindo efeitos desastrosos em todos os setores produtivos no País. Basta ver os índices de desemprego de 2015. Em Bento, não foi diferente, o ano terminou com 1.926 postos de trabalho fechados. Mas tem um detalhe: Empreendedorismo. Na capital brasileira do Vinho, grande parte dos que perderam emprego, tornaram-se microempreendedores individuais e partiram para administrar seu próprio negócio, a maioria na prestação de serviços. O ambiente favorável e as condições de apoio e incentivo do poder público municipal fizeram a diferença. Na contramão da crise econômica que atinge o país, Bento Gonçalves registrou aumento de 10,18% no número de empresas abertas até o mês de outubro, de acordo com levantamento da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE). Segundo o balanço, foram 1580 novas empresas na cidade de janeiro a outubro, contra 1434 no mesmo período de 2014. Uma média de 158 empresas por mês.

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