Se Temer não quiser repetir Dilma , terá que sanar sua equipe


Não existe outra resposta possível a uma denúncia tão devastadora a não ser a investigação decidida das afirmações feitas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Se isso representar um abalo de enormes proporções na estrutura atual da República, o Brasil terá mais uma prova da força de suas instituições. O que não se pode admitir é qualquer “operação abafa” justificada por uma potencial instabilidade no governo. Se Temer não quiser repetir Dilma, interrompendo ainda no início um esforço que pode ser fundamental para o país, terá de sanear sua equipe, livrando-a de quaisquer elementos suspeitos, e também precisará entender que seus comandados, especialmente na área econômica, deverão ter autonomia para trabalhar, de forma que os honestos e competentes não se vejam prejudicados pelos erros alheios e possam realizar as reformas de que o Brasil necessita

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