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Temer enterra denúncia na Câmara

A habilidade de Michel Temer como negociador, a liberação de emendas, e sabe-se lá outros tipos de acordos e compromissos assumidos com os deputados foram determinantes para a vitória na votação da Câmara. O plenário da Câmara dos Deputados registrou, às 20h15, 158 votos contrários à denúncia em que a Procuradoria-Geral da República acusa o presidente Michel Temer de ter cometido crime de corrupção. O governo jogou pesado durante os últimos dias para garantir o mínimo de votos necessários para barrar a denúncia. Os deputados que rejeitaram a denúncia contra Temer na CCJ receberam R$ 4 bilhões em emendas. Michel Temer (PMDB) conseguiu que a Câmara dos Deputados negasse autorização para que fosse encaminhada ao Supremo Tribunal Federal a denúncia contra ele por corrupção passiva, feita pela Procuradoria-Geral da República. Com a rejeição, o peemedebista só poderá ser processado por essa acusação agora quando não estiver mais no cargo, a partir de janeiro de 2019. Portanto , Temer segue presidente e vamos ter que conviver ainda por um bom tempo em um cenário de insegurança e instabilidade que será prejudicial ao país. Ninguém vai querer investir em um cenário incerto até que não tenhamos novas eleições e um novo governo. Sorrindo, negociando e distribuindo dinheiro e favores, Temer segue fortalecido pelas recentes vitórias, e será um presidente impopular mas poderoso. A vitória de Temer não significa o fim da crise política. Mas a retomada da governabilidade pode dar um alívio na crise econômica.

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Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT tinha um amante

Em delação premiada, o advogado Alexandre Correa Romano, da Odebrecht, contou para a Polícia Federal como manteve tórrido romance com Gleisi num hotel de luxo dos Alpes da Suíça. Lá onde o calor dos corpos costuma afastar o frio, Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT, entregou seu coração ao amante. E Paulo Bernardo, o marido traído, ficava em Brasília, seja como ministro do Planejamento, seja ocupando a cadeira principal do Ministério das Comunicações, enquanto sua estrela predileta flutuava em na realização de suas fantasias eróticas. O jornalista Mino Pedrosa conta em detalhes escandalosos as razões que estão por trás do apelido que a Odebrecht aplicou na senadora Gleisi Hoffman No rastro do advogado Alexandre Correa Romano, a Polícia Federal encontrou um flat que era utilizado para guardar dinheiro e encontros clandestinos e amorosos. Segundo documentos da Operação Lava Jato, o flat fica na rua Jorge Chamas, 334, apartamento 44, em São Paulo. Romano recebia hósp

Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

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