O último que sair apague a luz

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É o que parece. A debandada geral no governo Temer. A semana começa com a saída dos ministros Ricardo Barros (Saúde) e Maurício Quintella (Transportes). Os dois serão candidatos nas eleições e deixam suas pastas próximo ao prazo de desincompatibilização, em sete de abril.

Serão o 3º e 4º ministros a deixar o governo com esse propósito. Ronaldo Nogueira (PTB-RS) e Marcos Pereira (PRB-SP) deixaram suas pastas –Trabalho e Indústria, respectivamente– no fim de 2017 e início de 2018. Temer pode chegar a 15 baixas pré-eleição, o que seria 1 recorde.

Nesta segunda, Henrique Meirelles também anunciou que esta de saída.

Pela lei, os candidatos devem deixar os cargos seis meses antes da votação. Temer é o presidente que mais deu ministérios a deputados e senadores. No início do governo, eram quase 60% dos ministérios ocupados por congressistas.

Neste ano, cinco ministros deixarão as pastas para tentar uma vaga na Câmara dos Deputados. Outros quatro devem tentar o Senado. No Alagoas, Maurício Quintella (PR) e Marx Beltrão (MDB) estão na disputa por uma vaga ao lado de Renan Calheiros (MDB). No Maranhão, Sarney Filho (PV) deve pleitear uma vaga de oposição ao governo de Flávio Dino (PC do B). Em São Paulo, Aloysio Nunes (PSDB) deve tentar a reeleição.





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