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Medidas populares

Claro que haverá focos de resistência, de indignação, contrariedade e até alguma injustiça, talvez, mas as medidas anunciadas nesta segunda-feira pelo governador do RS, José Ivo Sartori, vão na direção de um Estado mais resolutivo naquilo que precisa ser. Sem cabides de emprego, sem gastos desnecessários, desperdiçando tempo e gestão naquilo que não pode mais ser gerido pelo Estado. A expectativa da população brasileira nunca foi tão frustrada em relação ao Estado. Funções básicas, como educação, saúde, previdência, segurança, aplicação universal da Justiça, infraestrutura deveriam atender de forma coesa e esperada esses cidadãos. A necessidade das reformas com o aperfeiçoamento da máquina estatal, nos leva a um ponto do qual nunca deveríamos nos afastar: o tamanho do Estado. Não vá se esperar que políticos, sindicalistas e até servidores públicos apoiarão. Mas diante da opinião pública, as medidas gozam de aprovação, porque a população sabe que há muito tempo isso precisava ser feito, e ser feito ainda mais. Nosso Estado tem, pelo menos, dois grandes desafios: um financeiro e outro de gestão. Gastamos mais do que arrecadamos e, por isso, não conseguimos cumprir até mesmo as obrigações mais essenciais. O pacote de Sartori redesenha a administração e certamente comprará brigas por um bom tempo. Mas caminho das reformas estruturais com a redução do tamanho do Estado, apesar de dolorido, tem que ser trilhado. Queremos um Estado que funcione eficientemente, melhor, com mais recursos e com justiça social.

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Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

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Em delação premiada, o advogado Alexandre Correa Romano, da Odebrecht, contou para a Polícia Federal como manteve tórrido romance com Gleisi num hotel de luxo dos Alpes da Suíça. Lá onde o calor dos corpos costuma afastar o frio, Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT, entregou seu coração ao amante. E Paulo Bernardo, o marido traído, ficava em Brasília, seja como ministro do Planejamento, seja ocupando a cadeira principal do Ministério das Comunicações, enquanto sua estrela predileta flutuava em na realização de suas fantasias eróticas. O jornalista Mino Pedrosa conta em detalhes escandalosos as razões que estão por trás do apelido que a Odebrecht aplicou na senadora Gleisi Hoffman No rastro do advogado Alexandre Correa Romano, a Polícia Federal encontrou um flat que era utilizado para guardar dinheiro e encontros clandestinos e amorosos. Segundo documentos da Operação Lava Jato, o flat fica na rua Jorge Chamas, 334, apartamento 44, em São Paulo. Romano recebia hósp

Russos querem mesmo construir porto em Arroio do Sal

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