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Índices das principais bolsas atualizados a cada 5 min.

Tradicional logotipo da Guerra estreia nova identidade visual
Referência no setor, a marca Guerra ganha agora leve arredondamento em seu formato e um incremento nas cores e tonalidades. Investindo no conceito de atualização, sem esquecer de manter a essência da marca, o novo logotipo aposta na simplificação de elementos da tipografia, ressaltando aspectos fundamentais sempre presentes no portfólio de produtos da Guerra. A Guerra S.A. Implementos Rodoviários é uma das maiores fabricantes de implementos rodoviários da América Latina, exportando produtos para 16 países. É a primeira empresa do ramo a ser administrada por um fundo de investimentos e a implementar uma gestão profissionalizada e corporativa.Conta com 39 distribuidores nomeados em todas as regiões do Brasil, além de pontos de assistência técnica e venda de peças de reposição, representando uma das melhores coberturas de vendas e pós-vendas entre as fabricantes de implementos rodoviários.A linha de produtos Guerra inclui furgões, tanques, baús lonados, graneleiros, carga seca, florestal, canavieiros, porta-contêineres e basculantes, nos modelos semirreboques, bitrens e rodotrens. Sediada em Caxias do Sul, a Guerra conta com cinco unidades fabris, instalada em um total de 208.535 m² e 50.440m² de área construída.
Exportações e importações de móveis caíram. Produção aumentou.
A Movergs informa que as exportações brasileiras de móveis foram de US$ 60,9 milhões em março de 2012, representando queda de 5,8% em relação a março de 2011. Bem menos do que a do estado que caiu 10,8%.  Já as importações foram de US$ 51,4 milhões, com queda de 7,2% em relação a março de 2011, na contramão do estado que cresceu 27,7%. Os dados são consolidados até março, mas em abril o quadro deve mudar. O ritmo de vendas nas indústrias caiu. O IPI não deu tanto resultado assim.

Produção nacional

Já a produção de móveis no Brasil cresceu 14,7% em março, chegando a 40,1 milhões de peças. No ano, acumula alta de 2,4%. Estes dados, apesar de preliminares, mostram um resultado abaixo do apresentado pela produção moveleira do Rio Grande do Sul, que cresceu 8,6% no ano, com uma representação de 15,8% dos móveis produzidos no país. A produtividade da cadeia produtiva de madeira e móveis teve alta de 8,3% em março e 18,2% no ano, ou seja, janeiro a março de 2012, comparado ao mesmo período de 2011, bem acima do resultado da indústria de transformação que recuou 1,8% no ano. Para 2012, estima-se alta de 3,5% na produção nacional de móveis.
Ditália Móveis comemora 22 anos nesta terça
Uma das dez maiores empresas de móveis do país, a Ditália Móveis de Monte Belo do Sul, comemora nesta terça-feira dia 29 de maio, 22 anos de fundação. Hoje a Ditália produz móveis e complementos em um parque industrial modernissímo com mas de 39 mil m². Lá são produzidos cerca de 10 mil móveis por dia gerando um faturamento na ordem de R$ 15 milhões. A Ditália começou na decada de 80 produzindo estofados, num pavilhão com pouco mais de 70mts². A expansão do negócio se deu graças a um móvel popular produzido para ser vendido em lojas de auto serviço. Uma tábua de passar roupas que caiu no gosto do consumidor porque vinha agregado com um pequeno armário.  Atualmente, a empresa emprega 480 colaboradores, operando em três turnos.O mais novo lançamento da Ditália foi a marca de planejados UP Design, que surge com opção segmentada para o consumidor da classe CD e que já possuiu 11 lojas exclusivas da marca em quatro estados. A marca UP também está presente em mais 79 pontos de venda multimarcas, com forte atuação nas regiões sul e sudeste.
Diageo compra cachaça Ypióca por US$ 470 milhões .Grupo produtor do uísque Johnnie Walker e da vodca Smirnoff compra cachaça brasileira .
O grupo britânico de bebidas Diageo anunciou nesta segunda-feira acordo para comprar a fabricante brasileira de aguardente Ypióca por cerca de 300 milhões de libras (469 milhões de dólares), aumentando presença em mercados emergentes enquanto briga por um maior espaço em tequila. A Ypióca é a terceira maior marca do mercado de cachaça e líder de um segmento de rápido crescimento dessa bebida, o premium. A companhia, fundada em 1846 e com sede em Fortaleza, emprega cerca de 3,2 mil funcionários e tem cinco fábricas no país. A cachaça responde por cerca de 80 por cento da indústria brasileira de bebidas destiladas.

Eles na Passarela é nesta terça em Bento
O tradicional evento beneficente "Eles na Passarela" promovido pela Abraçaí- Associação Bento-Gonçalvense de Apoio a Convivência e Apoio a Infância e a Juventude acontece este ano, nesta terça-feira dia 29 no Spa do Vinho ( Vale dos Vinhedos). 38 homens vão desfilar as coleções da Cadoro e da Idendidade Homem. Neste ano duas novidades: Um show temático e um jantar. Ingressos na Abraçaí pelo fone 3453-3355.
Cantor Daniel assina novos rótulos da Almadén.
O cantor Daniel comemora seus 30 anos de carreira com a Miolo Wine Group. O sertanejo assinará os rótulos dos vinhos Almadén Cabernet Suave e Almadén Ugni Blanc Suave, que chegam ao varejo a partir da segunda quinzena de maio, atendendo a demanda dos consumidores que apreciam vinhos mais leves.Os produtos, que são relançamentos da Vinícola Almadén, foram muito consumidos na década de 80 e agora voltam ao mercado para comemorar seus 30 anos de sucesso, juntamente com o Daniel.A Miolo e Daniel promoverão juntos a ação comemorativa nas redes sociais. “Para a Miolo, é uma honra poder contar com a parceria de um cantor da importância do Daniel nesse lançamento que trará de volta dois ícones da Almadén dos anos 80”, afirma o superintendente da Miolo, Adriano Miolo.O Almadén Ugni Blanc Suave é um varietal jovem e fresco, de acidez equilibrada, ideal para acompanhar antepastos, petiscos, queijos leves, peixes, suflês, frutas e sobremesa. Já o Almadén Cabernet Suave, elaborado a partir do corte Cabernet Sauvignon/Cabernet Franc, é frutado e combina com carnes brancas, massas com pouco condimentos, queijos e molhos leves e doces.Os dois vinhos trarão no seu rótulo frontal a logo com a assinatura dos 30 anos de Daniel, para melhor identificação visual da parceria.
Governo prepara fusão de impostos .Plano é unir PIS e Cofins em um único tributo, para facilitar a vida das empresas e a fiscalização da Receita, mas a alíquota deve subir
O PIS e a Cofins são tributos cobrados de duas formas: cumulativa e não cumulativa. Na forma não cumulativa, que é a mais nova e abrange a maioria das empresas, o que é pago em uma etapa de fabricação vira crédito a ser descontado na nova etapa.Ocorre que, hoje, nem tudo o que uma empresa adquire para sua produção dá direito a créditos tributários. Há uma série de exceções e esse é um dos principais focos de complicação. As empresas precisam montar grandes estruturas para lidar com essas regras.O governo está disposto a mudar isso. A proposta já foi levada à análise da presidente na sexta-feira passada pelos secretários Nelson Barbosa (executivo da Fazenda) e Carlos Alberto Barreto (Receita Federal), numa conversa da qual participou também o empresário Jorge Gerdau.Ela prevê a unificação da Cofins e do PIS. A fusão dará origem a uma nova contribuição, que terá uma sistemática de cobrança mais simples. Há, porém, um problema que faz com que Dilma esteja cuidadosamente preparando terreno para a mudança. Como haverá maior geração de créditos tributários, é possível que seja necessário elevar a alíquota do tributo. O nível deverá ficar acima dos 9,25% que hoje são cobrados de quem está na sistemática não cumulativa. O governo ainda não decidiu se o sistema cumulativo será ou não mantido após a fusão dos dois tributos. O que já está certo é que serão preservadas todas as desonerações de PIS-Cofins que o governo concedeu nos últimos anos. Fonte: Estadão
Basso e Don Guerino acertam exportação para Inglaterra e Estados Unidos
As vinícolas Basso e Don Guerino, que participaram esta semana na London International Wine Fair (LIWF), em Londres, fecharam novos negócios de exportação de seus vinhos e espumantes. A Basso, de Farroupilha (RS), acertou contrato com dois novos importadores, um na Inglaterra e outro nos Estados Unidos. A Don Guerino, de Alto Feliz (RS), também fechou negócio com um importador/distribuidor nos Estados Unidos. As duas empresas participaram em Londres levadas pelo projeto Wines of Brasil, realizado em parceria entre o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).
Vêneto Mercantil recebe executivo da Laffort
A Vêneto Mercantil de Flores da Cunha recebeu a visita de Nicolás Rondeau Laffort, Diretor Geral da Laffort Espanha, de 21 a 24 de maio de 2012. A Vêneto Mercantil distribui com exclusividade os produtos da Laffort no Brasil, oferecendo ao setor vinícola nutrientes para fermentação, leveduras, enzimas, taninos, clarificantes, estabilizantes, manoproteínas, carvalhos, entre outros. A Laffort está presente em mais de 50 países. A visita de Nicolás Rondeau Laffort se destina a capacitação dos técnicos da Vêneto Mercantil, visitação a clientes e atualização sobre o mercado brasileiro.
Chalés românticos para se hospedar com seu amor
O portal Terra selecionou 20  chalés românticos para se hospedar no dia dos namorados. Entre eles a Pousada do Chalé localizando em Bento Gonçalves (Bairro Borgo). Sob o comando de Vital Três a pousada tem 18 unidades com Frigobar, Internet sem fio, telefone e água quente central fazem. O diferencial é o atendimento, o charme do lugar e a natureza no entorno, além do clima familiar que é fácilmente percebido quando se chega no lugar.Preço: pacotes a partir de R$ 345.
Farina S/A homenageda nesta sexta em Porto Alegre
O Jornal do Comércio que comemora nesta sexta-feira dia 25 de maio, 70 anos, homenageia as organizações e personalidades que contribuem para o desenvolvimento socioeconômico e cultural do RS com o Prêmio Destaques do Ano 2011. A premiação reconhece o trabalho de empresas, entidades e profissionais de vários setores que têm em comum a execução de esforços para fomentar a economia do Estado. Em sua 26ª edição, a tradicional cerimônia de premiação será realizada na Fiergs, reunindo autoridades dos segmentos que compõem as categorias da homenagem. A Farina de Bento Gonçalves recebeu o prêmio destauque indústria.
Opinião: Porque o Presídio de Bento significa o maior fracasso de uma cidade que se orgulha por ser terra de gente empreendedora

Foram praticamente oito anos de debates, discussões e resistências de várias pessoas em Bento sobre a construção de um novo presídio na cidade. Quase uma década autoridades da segurança e do judiciário tinham esperança de que a obra fosse feita.

Depois de quase 50 terrenos descartados uma área de 14 hectares foi encontrada. A prefeitura pagou cerca R$ 550 mil pelo terreno na localidade de Linha Palmeiro, e cedeu ao Estado, que gastou mais R$ 40 mil por um estudo de impacto de vizinhança. R$ 10.404.206,98 foram depositados em uma conta para a construção. Tudo perdido!


Brigas judiciais sob a alegação de suposto prejuízo ao turismo da cidade, desacertos entre a prefeitura e o Estado para definir quem bancaria obras de infraestrutura no entorno do presídio e disputas em tribunais envolvendo empreiteiras concorrentes fizeram o projeto se arrastar durante seis anos sem solução. Projeto feito fora da realidade. Fizeram um projeto considerando a realidade do nordeste. Aqui os presos iriam morrer de frio em 10 dias.

Uma reunião na sede da Câmara de Dirigentes lojistas de Bento Gonçalves entre comerciantes e autoridades da segurança pública confirmou o caos. Não há mais como preder os assaltantes que agem no comércio porque o processo quando chega no judiciário, só resta ao juíz determinar a prisão dos mais perigosos. Não há como prender todo mundo.

A falta de vagas na cadeia e a certeza da impunidade alimentam os pequenos furtos, assaltos e delitos.

A mesma comunidade que não quis o presídio, quer agora mais segurança. O aumento do consumo de drogas leva ao aumento do número de assaltos. Ainda assim, com toda a limitação de recursos humanos e materiais as polícias em Bento tem conseguido reduzir o número de ocorrências. Mas até quando?

A julgar pelo que ouvi ontem dos delegados e do comando da Brigada em Bento, a situação será insustentável em pouco tempo. O déficit prisional neste momento é de pelo menos 120 pessoas. Somente em março a Brigada Militar identificou 20 assaltantes no comércio que diariamente são reincidentes no mesmo crime. Prende, solta, prende e solta novamente. Se reduzirmos em 30% o consumo de drogas, vamos reduzir em 70% o índice de furtos disseram-me.


Então a nossa sociedade em Bento, é de fachada. Estamos vendendo a ideia de que aqui é um paraíso. Mas não tratamos os drogados, viramos as costas para as necessidades dos órgãos de segurança, não queremos presídio e não impomos nosso poder econômico, nossa arrecadação tributária para que o governo do estado nos dê a contrapartida. Santa Maria tem mais policiais proporcionalmente do que Bento. Quem é Santa Maria no contexto econômico? São 10 inquéritos diários para cada escrivão na delegacias. São 60 inquéritos por dia. 949 inquéritos em tramitação atualmente. Como fazer com poucos servidores?

Resumindo: temos uma força policial deficitária, por falta de pressão politica e articulação (seria preciso pelo menos 15 novos policiais civis, 30 novos policiais militares) temos um estrutura deficitária ( é preciso renovar a frota de viaturas, principalmente na policia civil) há três anos a delegacia da mulher não sai do papel, há 8 anos o presídio é debatido e serão mais 10 para se tentar fazer outro, temos que fazer por nós aquilo que não poderá ser feito pelo estado. Vamos ter que instalar grades nas vitrines das lojas, instalar câmeras de monitoramento, alarmes, se trancar em casa, e ainda assim torcer para que tenha vaga na cadeia para que algum assaltante possa ser preso.


Opinião: A política virou balcão de negócios

Infelizmente, nosso sistema político virou um “balcão de negócios”. As negociações, os acordos, o jogo de interesses político-partidários parecem não ter limites. Siglas políticas priorizam questões eleitorais para definir o caminho ideal que devem seguir. Definições como centro, direita e esquerda já há muito tempo não refletem atual colocação partidária das legendas.

Todos os partidos políticos são norteados atualmente por decisões que possam render algum fruto eleitoral. À exceção, alguns partidos de esquerda, como PSol, PCdoB, possuem uma característica ideológica mais forte.

Estamos observando partidos de esquerda negociando acordos com os de direita, ou de centro-direita. Partidos que eram adversários até outro dia, agora sentam na mesa e sinalizam acordo. Parece que as contrariedades que eram afirmadas nas últimas eleições , são agora esquecidas, porque o que interessa é garantir a eleição.

O que é um partido? O que é uma ideologia?. Muito se tem comentado e repetido que "O PT pregava um coisa e fez outra" . É preciso estar atento ao comportamento e aos discursos, porque o discurso muda.

Getúlio Vargas dizia que "o poder se conquista com a mão esquerda e... governa-se com a mão direita".

Paulo Bonavides escreve:Partido político é uma organização de pessoas inspiradas por idéias ou movidas por interesses, que buscam tomar o poder, normalmente pelo emprego de meios legais, e nele conservar-se para realização dos fins propugnados".

Assim, uma coisa é tomar o poder; outra coisa é governar.

A população não deveria ficar à mercê dos impulsos e das vaidades do grupo que quer chegar ao poder.

Os eleitores conscientes gostariam de conhecer a plataforma eleitoral dos partidos e candidatos e quais suas diretrizes (metas + planos para atingir essas metas). De nada adianta apenas criticar se não há uma proposta diferente. Quem critica já possuem um plano de metas elaborado?

O que a população consciente quer conhecer são os planos de ação, ou seja, o planejamento de todas as ações necessárias para atingir essas óbvias prioridades. Além é claro da óbvia condição da vontade política para iniciar um processo de transformação.

Então... vamos votar em quem apenas distribui promessas e benesses, governando por intuição, atuando reativamente em relação aos problemas, ou em quem tem visão para montar uma equipe capaz de produzir um planejamento de médio e longo prazos, estabelecendo metas, planos e método para alcançá-las? Será que existe candidato com determinação para adotar essas boas práticas de governança entre os postulantes à Prefeitura de de sua cidade?

Opinião: Não precisamos de estatal para administrar pedágios

Uma estatal para controlar pedágios. Nós não precisamos de mais uma estatal. Precisamos de estrada em boas condições, que até podem ser pedagiadas, mas nesse caso, que sejam administradas por empresas e que sejam fiscalizadas pelo governo. Que as regras sejam outras, que as tarifas sejam justas e que o investimento na estrada seja frequente. O governo não tem recursos e competência para administrar estradas. Não é criando mais um cabide de empregos que vai se resolver isso.

Ao propor a criação de uma empresa pública para gerenciar pedágios no Estado, o Palácio Piratini promete aplicar nas estradas pelo menos 90% da arrecadação. Levando-se em conta a receita das três praças públicas existentes hoje, isso representaria cerca de R$ 36 milhões ao ano. Considerando essa hipótese quem garante que o dinheiro seria realmente investido e não usado para tapar o buraco do caixa único?

Os contratos firmados na época das concessões de rodovias gaúchas e os conflitos constantes com as atuais concessionárias não podem servir de argumentos para a criação de uma estatal. O estado já tem estatais que não são eficientes. Terá outra?

Autarquias ou companhias de economia mista nos moldes dos planos do Executivo, invariavelmente, transformam-se em cabides de emprego, em estruturas caras e ineficientes, em fonte potencial de desvios de recursos para atender a interesses político-partidários.

Ontem em Bento Gonçaves o deputado Alexandre Postal , presidente da Assembleia firmou posição contraria a intenção do governo. Postal criticou ainda o regime de urgência , instrumento que força a votação num prazo de apenas 30 dias e alertou que o governo tem maioria na casa e portanto é quase improvável que o projeto não seja aprovado.

Estamos então diante de algo que pode ainda ser mais danoso ao contribuinte. A sociedade precisa se manifestar e reagir. Não é possível aceitar que o assunto seja decidido em tão pouco tempo e restrito apenas a classe política.

A Assembleia não terá tempo hábil para discutir em profundidade os temas. É hora das entidades representativas da sociedade civil intervir.