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Ministro da Saúde Ricardo Barros esteve em Caxias ouviu demandas dos prefeitos e anunciou alguns recursos

Barros esteve em Caxias do Sul nesta quinta-feira (08), onde fez uma reunião de trabalho com gestores da área da saúde e prefeitos da região. Na visita a Caxias, o ministro anunciou repasse de mais R$ 966,5 mil anuais para o custeio do Hospital Geral de Caxias. Dos prefeitos da região recebeu pedidos para a liberação imediata de verbas que estão atrasadas e da destinação de outros recursos para o atendimento público na saúde. Gestores de outras instituições, como o Hospital Pompéia e Hospital São Carlos, também apresentaram demandas de mais recursos, o que será avaliado pelo governo federal. Antes de vir a Caxias, o ministro esteve em Porto Alegre, onde participou da inauguração da nova Subestação de Energia e do lançamento da pedra fundamental do Centro de Hematologia e Oncologia no Hospital Conceição, que terá 94 leitos e tem previsão de conclusão das obras em até 3 anos.Mais cedo, o Hospital Cristo Redentor, do mesmo grupo, inaugurou 30 leitos de neurocirurgia pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Lá, Barros suscitou o debate em torno da falta de leitos para pacientes do SUS. "A tendência mundial é, de fato, reduzir leitos, porque toda a política que nós fazemos de atenção básica, de home care, é desospitalização. Então, podem conviver com essa notícia de que estamos reduzindo leitos, porque essa é a política, esse é o objetivo", afirmou o ministro à RBS TV.

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Fim da cobrança por marcação antecipada de assento em aeronaves depende agora da Câmara

Passou no Senado e agora foi para a Câmara Federal o projeto que proíbe que companhias aéreas cobrem pela marcação antecipada de assento em aeronaves. O conteúdo da matéria foi exposto pelo senador Jorge Viana (PT-AC) durante a Ordem do Dia. Ele afirmou que a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), responsável pelo setor, estava despreocupada com a cobrança. A proposta, de autoria do senador Reguffe (sem partido-DF), foi aprovada em votação simbólica. Se for aprovado pelos deputados e sancionado pela Presidência, será obrigatória a marcação gratuita. Caso a regra não seja cumprida, uma cobrança de multa será realizada. Neste ano, as companhias aéreas Gol, Latam e Azul Linhas Aéreas decidiram cobrar pelo assento. Pelos preços estabelecidos pelas empresas, o serviço chegará a custar R$ 25 para o consumidor.