Pular para o conteúdo principal

Entidades e profissionais do vinho criam iniciativa inédita para aumentar consumo no Brasil

Lançamento da Pró-vinho, em São Paulo
A ABBA Associação Brasileira dos Exportadores e Importadores de Bebidas (ABBA), Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) se uniram a profissionais de diferentes áreas do mundo do vinho para criarem a Pró-Vinho, uma iniciativa interprofissional que desenvolverá estratégias capazes de atrair novos consumidores e aumentar a frequência com que apreciadores esporádicos consomem a bebida. A atuação da Pró-Vinho se dará de forma direta e democrática. Em reuniões mensais as entidades e especialistas envolvidos formatarão ações e criarão materiais destinados a comunicar sobre o vinho e fomentar seu consumo.

O Brasil é o 17o. no ranking dos consumidores de vinho. É uma posição bem modesta para a sétima economia do mundo. No Brasil, o consumo é de 1,9 litro por ano, contra 20,1 litros anuais da vizinha Argentina ou 50,5 litros de Portugal. Os brasileiros consomem 338 milhões de litros de brancos e tintos por ano, enquanto no líder Estados Unidos este número é de 3,2 bilhões de litros.

Se estes dados, compilados pela Ideal Consulting e pela Winext, apontam para o potencial deste mercado, a realidade mostra que o consumo não cresce. O 1,9 litro per capita, por exemplo, é estável há anos e inclui os vinhos finos (elaborados com uvas viníferas) e os de mesa.

Estamos todos juntos, buscando o objetivo único, que é o aumento de consumo”, disse Oscar Ló, presidente do Ibravin.

Qualquer estabelecimento ou profissional terá acesso às campanhas e peças criadas pela Pró-Vinho. O conceito e as peças da primeira campanha estão em fase de finalização e em breve serão divulgados. ( Com informações da Revista Amanhã).

Postagens mais visitadas deste blog

Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

Russos querem mesmo construir porto em Arroio do Sal

O deputado federal gaúcho Bibo Nunes apresentou ao governador Eduardo Leite, sexta-feira, o protocolo de intenções que demonstra o interesse de grupos privados russos em investir um total de R$ 3,56 bilhões na construção de um porto em Arroio do Sal, Litoral Norte do RS. O investimento, inicialmente projetado em cerca de 1 bilhão de dólares pelo secretário do Meio Ambiente, Agropecuária e Pesca de Arroio do Sal, Luis Schmidt, pode chegar a US$ 2,8 bilhões. A prefeitura já concedeu viabilidade econômica para o projeto. São necessárias outras liberações. Além dos investidores russos, há investidores brasileiros, como a Doha, com experiência em portos, o Grupo Del Rio, a IG Consultoria e a GS Business. A intenção do grupo, segundo o prefeito Bolão, é instalar a pedra fundamental da obra em março de 2020.

Está faltando matéria prima para as indústrias moveleiras produzirem

A Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel) e a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) emitiram comunicado conjunto acerca do desabastecimento de painéis de madeira para indústrias e marcenarias. A pandemia provocou paralisação do consumo doméstico da matéria prima, fazendo com que as fornecedoras buscassem o mercado externo. No entanto, com a reabertura do comércio, o ritmo de produção das indústrias de móveis brasileiras cresceu rapidamente. Resultado: Desabastecimento interno. Alta nos preços. Está faltando chapa de MDF e MDP para atender a demanda nacional. A penas no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2019, a exportação do MDP cru para a China registrou aumento de 700% e caso muito semelhante ocorreu com os EUA, com alta de mais de 600%. Eis a nota: A Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel) e a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), que representa a indústria de chapas de painéis, em atenção às manifestações de in