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Juarez Valduga: Paramos de dizer: o meu vinho é bom! E passamos a dizer: o vinho da região é bom.

Em palestra nesta segunda-feira na CIC em Caxias do Sul, o empresário Juarez Valduga, confirmou a instalação de uma vinícola da Valduga no Chile. Valduga adiantou que até o fim do ano a operação estará em atividade inicial. "Teremos vinhedos e estrutura de vinificação no Chile", resumiu, informando que o aporte será 100% integralizado pela empresa. Acrescentou que o grupo também avalia possibilidades em outros países, como Argentina e Portugal. Valduga falou sobre o processe de gestão na empresa que contempla a profissionalização mesclando integrantes da família com profissionais do mercado. Também confirmou que até o fim do mês, os novos hás da marca Valduga e que serão vendidos em garrafas de 500 ml, começam a ser comercializados. Inicialmente, serão oferecidos três tipos de chá, na base de 60 mil unidades de cada um, embora o portfólio tenha oito possibilidades. Em relação à cerveja, a Casa Valduga opera com capacidade máxima, elaborando, no momento, 600 mil embalagens de 500 ml por ano. Um dos precursores do enoturismo na serra gaúcha, Juarez Valduga defendeu um trabalho regional, de unificação de ações. Propôs, inclusive, a criação de uma Secretaria de Turismo Regional em lugar do modelo atual de municipais. E uma das formas de vender a região de forma conjunta seria criando uma marca unificada para o espumante elaborado. Ele lembrou ainda da quebra de paradigmas que deu surgimento ao Vale dos Vinhedos, em meados da década de 1990, quando os empreendimentos se uniram em torno dos mesmos objetivos. "Paramos de dizer: o meu vinho é bom! E passamos a dizer: o vinho da região é bom", enfatizou. A mudança representou um salto de 100 pessoas/ano, à época, para 250 mil pessoas/ano atualmente. O grupo tem várias empresas: Casa Valduga, que tem a maior cave de espumantes da América Latina, com capacidade para mais de seis milhões de garrafas; Domno Importadora, que também elabora espumantes e realiza a importação de vinhos; Casa Madeira, que produz sucos e produtos gourmet; Cervejaria Leopoldina, de cervejas artesanais; e a Vinotage, empresa que fabrica cosméticos à base dos ativos das uvas e vinhas. – As informações são do Jornal do Comércio.

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Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

Russos querem mesmo construir porto em Arroio do Sal

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Está faltando matéria prima para as indústrias moveleiras produzirem

A Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel) e a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) emitiram comunicado conjunto acerca do desabastecimento de painéis de madeira para indústrias e marcenarias. A pandemia provocou paralisação do consumo doméstico da matéria prima, fazendo com que as fornecedoras buscassem o mercado externo. No entanto, com a reabertura do comércio, o ritmo de produção das indústrias de móveis brasileiras cresceu rapidamente. Resultado: Desabastecimento interno. Alta nos preços. Está faltando chapa de MDF e MDP para atender a demanda nacional. A penas no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2019, a exportação do MDP cru para a China registrou aumento de 700% e caso muito semelhante ocorreu com os EUA, com alta de mais de 600%. Eis a nota: A Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel) e a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), que representa a indústria de chapas de painéis, em atenção às manifestações de in