Pular para o conteúdo principal

Não será preciso licitar obra do novo presídio em Bento, contratação será direta

Um problema histórico em Bento que está sendo resolvido devido a persistência, criatividade, inovação e articulação política do prefeito Guilherme Pasin (PP) que, desde sua primeira gestão em 2013, encarou o desafio de pôr fim a novela de construção do novo presidio regional. Um equipamento que é de extrema importância para o município e arredores tendo em vista impactar diretamente na segurança pública, uma vez que é frequente a necessidade de vagas para aliviar delegacias, judiciário e a população que convive com o atual presídio localizado no centro da cidade.

A Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe) do Rio Grande do Sul trabalha com a estimativa de começar a construção do novo presídio estadual este ano. Isso será possível porque o Estado decidiu agilizar o processo de contratação das obras, que será realizado através de contratação direta, e não mais por licitação. Com isso, o diretor de planejamento da superintendência, Alexandre Porciúncula Micol, afirma que as obras poderão iniciar antes do final do ano. As informações são do portal Leouve.

O diretor revelou que a modalidade de contratação direta apresenta uma série de vantagens, e deve reduzir o tempo para a contratação dos 120 dias previstos em um processo licitatório para cerca de 35 a 40 dias. Segundo ele, a proposta básica deverá ser concluída até o final de agosto, o que deve permitir que a definição ocorra até outubro.

O projeto apresentado no edital, que não será publicado, será mantido, com a exigência mínima de 450 vagas em regime fechado em troca das áreas onde estão atualmente a sede da superintendência regional do Daer e a residência oficial do superintendente, no bairro Planalto, avaliadas em R$ 27 milhões. O prazo de execução da obra é estimado em 10 meses.


Postagens mais visitadas deste blog

Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT tinha um amante

Em delação premiada, o advogado Alexandre Correa Romano, da Odebrecht, contou para a Polícia Federal como manteve tórrido romance com Gleisi num hotel de luxo dos Alpes da Suíça. Lá onde o calor dos corpos costuma afastar o frio, Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT, entregou seu coração ao amante. E Paulo Bernardo, o marido traído, ficava em Brasília, seja como ministro do Planejamento, seja ocupando a cadeira principal do Ministério das Comunicações, enquanto sua estrela predileta flutuava em na realização de suas fantasias eróticas. O jornalista Mino Pedrosa conta em detalhes escandalosos as razões que estão por trás do apelido que a Odebrecht aplicou na senadora Gleisi Hoffman No rastro do advogado Alexandre Correa Romano, a Polícia Federal encontrou um flat que era utilizado para guardar dinheiro e encontros clandestinos e amorosos. Segundo documentos da Operação Lava Jato, o flat fica na rua Jorge Chamas, 334, apartamento 44, em São Paulo. Romano recebia hósp

Judicialização da Política

A vontade popular e o voto na urna são soberanos. Retirar do povo o poder de decisões importantes para o rumo de uma nação e do Estado para delegar ao judiciário, poder sem atuação política, é uma ameaça a democracia. Juízes não são eleitos pelo povo. E o povo decidiu! Pois bem, a Justiça Eleitoral cassou a candidatura do prefeito eleito de Bento Gonçalves, Diogo Siqueira (PSDB), e do vice, Amarildo Lucatelli (Progressistas). A decisão, proferida nesta quarta-feira (25), considera que a coligação "Gente que faz Bento" (PSDB/Progressistas/Republicanos) foi beneficiada por divulgações em canais oficiais da administração municipal. A ação havia sido protocolada ainda antes das eleições pela coligação "Bento Unido e Forte", do candidato Alcindo Gabrielli (MDB). A denúncia acusa a atual administração, que apoiou a candidatura de Siqueira, de utilizar o site oficial do município e as redes sociais do prefeito, Guilherme Pasin (Progressistas), para divulgar as ações realiz