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Projeto Vendedor Colômbia conta com 32 empresas brasileiras

A Abimóvel e a Apex promovem nesse mês de outubro uma missão comercial por meio do Projeto Brazilian Furniture, em Bogotá, na Colômbia, com expansão para outros mercados potenciais da região como Chile, Peru, Bolívia e Equador. Para essa ação, 32 empresas participantes do estão inscritas, um número considerado inédito para uma ação do setor. O Projeto Vendedor Colômbia acontecerá de 25 a 27 de outubro. Os 34 inscritos terão a oportunidade de discutir os desafios do setor, buscar alternativas, realizar visitas técnicas e fomentar os potenciais desses mercados. A agenda prévia conta com Seminário no dia 25 pela manhã e visitas técnicas no período da tarde. Já nos dias 26 e 27, a agenda é formada pelas rodadas de negócios. Em relação aos mercados-alvo, o segmento de estofados, móveis de metal, móveis de madeira e colchões tiveram um crescimento acumulado total de 36,8% (Chile); 36,4% (Colômbia); 82,4% (Emirados Árabes); 24,9% (Estados Unidos); 75,5% (México); 13,2% (Panamá); 13,2% (Peru) e 13,2% (Reino Unido). Esses dados apresentados pelo Projeto Brazilian Furniture são referentes aos meses de janeiro e agosto de 2017, em relação ao mesmo período de 2016.

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Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT tinha um amante

Em delação premiada, o advogado Alexandre Correa Romano, da Odebrecht, contou para a Polícia Federal como manteve tórrido romance com Gleisi num hotel de luxo dos Alpes da Suíça. Lá onde o calor dos corpos costuma afastar o frio, Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT, entregou seu coração ao amante. E Paulo Bernardo, o marido traído, ficava em Brasília, seja como ministro do Planejamento, seja ocupando a cadeira principal do Ministério das Comunicações, enquanto sua estrela predileta flutuava em na realização de suas fantasias eróticas. O jornalista Mino Pedrosa conta em detalhes escandalosos as razões que estão por trás do apelido que a Odebrecht aplicou na senadora Gleisi Hoffman No rastro do advogado Alexandre Correa Romano, a Polícia Federal encontrou um flat que era utilizado para guardar dinheiro e encontros clandestinos e amorosos. Segundo documentos da Operação Lava Jato, o flat fica na rua Jorge Chamas, 334, apartamento 44, em São Paulo. Romano recebia hósp

Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

Russos querem mesmo construir porto em Arroio do Sal

O deputado federal gaúcho Bibo Nunes apresentou ao governador Eduardo Leite, sexta-feira, o protocolo de intenções que demonstra o interesse de grupos privados russos em investir um total de R$ 3,56 bilhões na construção de um porto em Arroio do Sal, Litoral Norte do RS. O investimento, inicialmente projetado em cerca de 1 bilhão de dólares pelo secretário do Meio Ambiente, Agropecuária e Pesca de Arroio do Sal, Luis Schmidt, pode chegar a US$ 2,8 bilhões. A prefeitura já concedeu viabilidade econômica para o projeto. São necessárias outras liberações. Além dos investidores russos, há investidores brasileiros, como a Doha, com experiência em portos, o Grupo Del Rio, a IG Consultoria e a GS Business. A intenção do grupo, segundo o prefeito Bolão, é instalar a pedra fundamental da obra em março de 2020.