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Manifestantes pró-lula já intimidam Porto Alegre

Cerca de noventa manifestantes ligados ao PT e aos lulopetistas fizeram nesta segunda-feira a primeira manifestação para amedrontar os desembargadores federais que julgarão Lula, no dia 24 de janeiro, no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre. Estenderam uma faixa de 40 metros na calçada em frente ao prédio do TRF 4, com os seguintes dizeres: "TRF 4 - Interrompa o Golpe".Em sua fala, um dos manifestantes relembrou o golpe militar de 1964: “Alguns podem defender e podem refutar a ideia que em 17 de abril de 2016 não ocorreu um golpe, mas eu quero lembrar a todos os 27 desembargadores que despacham aqui do TRF4 que um famigerado dia 1º de abril de 1964 também teve apoio dum setor judiciário, e eu tenho certeza que, se tinha alguém decente naquele 1º de abril de 1964 que era juiz e que por ventura se seduziu pela ideia de que aquele golpe era para acabar com a corrupção, que era para entregar poder pro povo de verdade, depois deve ter ficado com vergonha. (…) Eu faço um apelo que vocês não levem 25 anos novamente para entender que houve um golpe em 17 de abril de 2016.” O grupo também se manifestou contra as reformas Trabalhista e da Previdência. Se alguém tinha alguma dúvida sobre as intenções dos lulopetistas, agora não há qualquer dúvida.

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Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

Russos querem mesmo construir porto em Arroio do Sal

O deputado federal gaúcho Bibo Nunes apresentou ao governador Eduardo Leite, sexta-feira, o protocolo de intenções que demonstra o interesse de grupos privados russos em investir um total de R$ 3,56 bilhões na construção de um porto em Arroio do Sal, Litoral Norte do RS. O investimento, inicialmente projetado em cerca de 1 bilhão de dólares pelo secretário do Meio Ambiente, Agropecuária e Pesca de Arroio do Sal, Luis Schmidt, pode chegar a US$ 2,8 bilhões. A prefeitura já concedeu viabilidade econômica para o projeto. São necessárias outras liberações. Além dos investidores russos, há investidores brasileiros, como a Doha, com experiência em portos, o Grupo Del Rio, a IG Consultoria e a GS Business. A intenção do grupo, segundo o prefeito Bolão, é instalar a pedra fundamental da obra em março de 2020.

Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT tinha um amante

Em delação premiada, o advogado Alexandre Correa Romano, da Odebrecht, contou para a Polícia Federal como manteve tórrido romance com Gleisi num hotel de luxo dos Alpes da Suíça. Lá onde o calor dos corpos costuma afastar o frio, Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT, entregou seu coração ao amante. E Paulo Bernardo, o marido traído, ficava em Brasília, seja como ministro do Planejamento, seja ocupando a cadeira principal do Ministério das Comunicações, enquanto sua estrela predileta flutuava em na realização de suas fantasias eróticas. O jornalista Mino Pedrosa conta em detalhes escandalosos as razões que estão por trás do apelido que a Odebrecht aplicou na senadora Gleisi Hoffman No rastro do advogado Alexandre Correa Romano, a Polícia Federal encontrou um flat que era utilizado para guardar dinheiro e encontros clandestinos e amorosos. Segundo documentos da Operação Lava Jato, o flat fica na rua Jorge Chamas, 334, apartamento 44, em São Paulo. Romano recebia hósp