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Bolsonaro manda ministros prepararem o plano Pró Brasil, pós-pandemia

Pró-Brasil: Governo Federal elabora plano de recuperação econômica
Na reunião desta quarta-feira (22) entre o presidente Jair Bolsonaro, o vice Hamilton Mourão, ministros e presidentes de bancos públicos, a Casa Civil montou um grupo de trabalho para elaborar o programa Pró-Brasil, o plano de retomada econômica que está sendo desenhado em resposta à pandemia da Covid-19.

O objetivo é coordenar ações de vários ministérios para retomada da economia após as medidas de isolamento social e reduzir os impactos sociais na população. A gestão será do ministro da Casa Civil, Braga Netto.

Detalhes do plano serão apresentados pelo grupo coordenado pelo ministro. O grupo vai ouvir e agregar propostas de vários setores. Dentro do governo, as pastas de Desenvolvimento Regional, Infraestrutura, Economia, Ciência e Tecnologia já têm propostas.
A proposta é importante. O planejamento pós-pandemia é fundamental. Como o governo fará isso? Que tipo de medidas serão adotadas para a retomada da economia? São algumas perguntas que certamente serão respondidas quando da apresentação do plano. Setores da sociedade irão ajudar com propostas. Isso também é positivo.

A par de todas as críticas que já surgem como por exemplo, dar ao general Braga Neto a responsabilidade pela condução do plano, são precipitadas. O investimento público é a única alternativa para, passado o momento crítico, o país pensar em mitigar a desaceleração da economia e o desemprego. Haverá recursos para isso? Em que proporção o ministério da economia terá que alterar seus planos diante de tamanho desafio? Um plano amplo de retomada do investimento público geraria um impacto fiscal permanente, comprometendo vários anos subsequentes à crise. Mas isso certamente será ponderado.

O plano deve prever a criação de um milhão de empregos a partir de obras públicas. E as empreiteiras? Serão as mesmas , comprometidas pela Lava Jato? O plano prevê aportes estatais de R$ 30 bilhões até 2022 e, segundo estimativas da pasta, poderia gerar de 500 mil a 1 milhão de empregos nesse período. O que diz o ministério da economia?

Enfim, o objetivo é louvável, mas é preciso prudência, equilíbrio, transparência e muita vigilância com o gasto público.

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