Pesquisa da XP mostra maior reprovação a Bolsonaro

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A quinta pesquisa mensal da série XP Ipespe, realizada em março,mostra que piorou a percepção da população em relação ao governo Jair Bolsonaro. Com dois meses e dez dias de gestão, o grupo que considera o governo bom ou ótimo oscilou três pontos para baixo, de 40% para 37%, enquanto os que consideram a administração ruim ou péssima saltaram de 17% para 24%. Outros 32% avaliam a gestão como regular, mesmo número de fevereiro. A diferença entre os que têm avaliação positiva e os com visão negativa caiu de 23 para 13 pontos percentuais. O movimento na expectativa para o restante do mandato foi semelhante: os que esperam uma gestão positiva passaram de 60% para 54%, enquanto os que têm expectativa de uma administração ruim ou péssima são 20%, ante 15% no mês anterior. Foram feitas 1.000 entrevistas nos dias 11, 12 e 13 de março. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais.

Eis outros dados revelados pelo levantamento:
  • expectativas do governo: em janeiro, 63% esperavam uma gestão ótima ou boa do governo Bolsonaro, percentual que variou para 60% em fevereiro e agora está em 54%. Já os que esperam 1 mandato ruim ou péssimo saltou para 20% após ficar em 15% nos 2 meses anteriores;
  • noticiário sobre o presidente: para 43%, a maioria das informações veiculadas pela mídia eram mais desfavoráveis ao atual governo. Em fevereiro, este percentual estava em 24%. Outros 21% veem notícias mais favoráveis à gestão –13 pontos percentuais a menos do que a marca do mês anterior;
  • golden shower: ao todo, 72% dos eleitores tomaram conhecimento da gravaçãopublicada por Bolsonaro em seu perfil no Twitter durante o Carnaval. Destes, 59% consideraram o conteúdo inadequado; 27% classificaram a postagem como adequada e 3% disseram ser indiferente;
  • Congresso: a avaliação desse poder é negativa para 37% dos entrevistados. O Congresso é visto positivamente por 18%. Outros 37% acham regular e 8% não souberam responder;
  • reforma da Previdência: para 64% dos entrevistados, a medida é necessária – mesma taxa do mês anterior e 7 pontos percentuais abaixo dos números de janeiro. Já 31% são contra a reforma e 5% não souberam responder;
  • reforma da Previdência (2): sobre pontos específicos da reforma, a maior taxa de concordância é em relação as mudanças nas regras para servidores públicos em geral e militares das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica). Há maior resistência a alterações na idade mínima e mudanças nas regras para policiais, bombeiros e professores.

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