Em Bento Gonçalves, houve um tempo em que os governos pareciam ser inimigos da classe empresarial. Foi assim no Estado e no país. O populismo governante inimigo do investimento. Em 2019 a prefeitura aprovou a Lei de Liberdade Econômica. Lei esta que se juntou a Lei Municipal de Incentivo ao Desenvolvimento Econômico, que foi promulgada em 2015. A desburocratização para abertura de empresas no município beneficia mais de 400 atividades econômicas. 58 atividades são isentas de licenciamento ambiental e pelo menos 119 também tem seu licenciamento simplificado. Essas medidas deram um impulso ainda maior a economia, gerando mais emprego e mais renda. Dando oportunidade para quem quer empreender. Alguém já disse “o melhor programa social que um governo pode ter é o emprego”. No último ano, foram criadas em Bento mais de 2 mil empresas. Se compararmos com 2013, quando o governo do Prefeito Pasin assumiu, os números são ainda mais expressivos. De 10.621 CNPJs para 16.733, um avanço de mais de 57%. E, em tempos de grande informalidade, e de mercado retraído, isso algo difícil de ver em qualquer cidade do país. Em 2015, a prefeitura implantou a Sala do Empreendedor. É um exemplo do salto de empreendedorismo que Bento conquistou. 55 mil atendimentos registrados desde a instalação. E isso significa, na prática, mais agilidade, menos burocracia, mais facilidade para quem empreende. Redução de custos, agilidade e a cidade crescendo junto. Recente levantamento da consultoria Urban Systems colocou Bento Gonçalves como uma das 20 cidades brasileiras que oferecem as melhores condições para os investidores. Bento é hoje a 43ª principal economia do país. Se é verdade que Bento pode mais, há muito por fazer, mas é preciso reconhecer que a população tem muito a se orgulhar e deve seguir neste caminho.
Mudança sem Ruptura Parte I: Bento uma das 20 melhores cidades do país para se investir
Em Bento Gonçalves, houve um tempo em que os governos pareciam ser inimigos da classe empresarial. Foi assim no Estado e no país. O populismo governante inimigo do investimento. Em 2019 a prefeitura aprovou a Lei de Liberdade Econômica. Lei esta que se juntou a Lei Municipal de Incentivo ao Desenvolvimento Econômico, que foi promulgada em 2015. A desburocratização para abertura de empresas no município beneficia mais de 400 atividades econômicas. 58 atividades são isentas de licenciamento ambiental e pelo menos 119 também tem seu licenciamento simplificado. Essas medidas deram um impulso ainda maior a economia, gerando mais emprego e mais renda. Dando oportunidade para quem quer empreender. Alguém já disse “o melhor programa social que um governo pode ter é o emprego”. No último ano, foram criadas em Bento mais de 2 mil empresas. Se compararmos com 2013, quando o governo do Prefeito Pasin assumiu, os números são ainda mais expressivos. De 10.621 CNPJs para 16.733, um avanço de mais de 57%. E, em tempos de grande informalidade, e de mercado retraído, isso algo difícil de ver em qualquer cidade do país. Em 2015, a prefeitura implantou a Sala do Empreendedor. É um exemplo do salto de empreendedorismo que Bento conquistou. 55 mil atendimentos registrados desde a instalação. E isso significa, na prática, mais agilidade, menos burocracia, mais facilidade para quem empreende. Redução de custos, agilidade e a cidade crescendo junto. Recente levantamento da consultoria Urban Systems colocou Bento Gonçalves como uma das 20 cidades brasileiras que oferecem as melhores condições para os investidores. Bento é hoje a 43ª principal economia do país. Se é verdade que Bento pode mais, há muito por fazer, mas é preciso reconhecer que a população tem muito a se orgulhar e deve seguir neste caminho.
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