Adesivo que circula em Brasília
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Partidos políticos no Brasil vão ganhar mais dinheiro
Com pendências financeiras da eleição de 2010, legendas ampliaram de R$ 165 milhões para R$ 265 milhões o repasse para o Fundo Partidário, graças a um acordo entre líderes na Comissão Mista de Orçamento.

Em 2006 o jornal o Globo já denunciava: Os partidos políticos estão usando o dinheiro do Fundo Partidário para bancar mordomias que vão de caixas de bombons e bebidas a aluguel de aviões.Irregularidades no uso do fundo podem suspender os repasses no ano seguinte, diz a Lei dos Partidos Políticos. Mas não é o que acontece. Apesar da atribuição de fiscalizar um montante tão elevado de recursos, a Justiça Eleitoral não checa a autenticidade das notas fiscais e a prestação dos serviços porque os órgãos técnicos do TSE têm pouco tempo para analisar toda a documentação e dispõem de poucos funcionários capacitados para a tarefa. A Justiça Eleitoral checa apenas se todos os documentos exigidos pela lei são apresentados pelos partidos e se as receitas e as despesas foram lançadas corretamente.

Então é uma festa! E agora os líderes dos partidos no Congresso conseguiram mais R$ 100 milhões para os partidos. Os maiores beneficiados são os partidos maiores. PT, PMDB, PSDB, mas todos vão ganhar.

Usar o erário público para pagar despesas dos partidos e das campanhas dos candidatos é inaceitável e vergonhoso.

Será que no Brasil os partidos políticos correspondem ao que deveriam ser? O que fazer para transformar os partidos em instituição respeitada e que cumpram as atribuições que lhe são próprias?

Cerca de 90% dos eleitores no Brasil não são filiados a nenhum partido o que significa que a imensa maioria das pessoas não tá nem aí para partido político. Estaria interessada neste dinheiro? Não sei! Sei apenas que os partidos são os caminhos naturais do processo democrático para representar as diferentes correntes de opinião e que podem perfeitamente ser representadas por menos partidos políticos.
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Solidariedade em Móveis
As imagens da tragédia no Rio de Janeiro por conta das chuvas revelam que a população vai precisar também reconstruir tudo e comprar tudo novamente. Perdeu-se móveis, camas, eletrodomésticos, estofados, colchões, tudo. Quando a água atinge o aglomerado, ou móveis em MDF, foi-se, não tem mais como recuperar. Mas mais importante do que uma TV nova, um aparelho de som ou qualquer outro eletrônico é uma cama, um roupeiro, uma estande, uma cozinha, um móvel. Não seria o caso do setor moveleiro se unir e enviar móveis para o Rio? Só no pólo moveleiro de Bento Gonçalves são cerca de 400 indústrias. Quem sabe uma doa um cama, outra uma cozinha, outra um armário, enfim, com um pouco de cada um, dá para recolher bastante.
Nota do editor: Em Bento Gonçalves CORPO DE BOMBEIROS está recebendo donativos para as vítimas da catástrofe ocorrida no Rio de Janeiro. Só é possível doas alimentos não perecíveis (não recebem roupas e utensílios domésticos).
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Sobrou espumantes
O espumantes que sobraram nas gôndolas dos supermercados no final do ano, começam a ser devolvidos para as vinícolas. É sempre assim, a venda é consignada, o que não vende , devolve. É o único jeito que o setor tem para conseguir colocar o produto na prateleira das grandes redes varejistas. Nunca vi um supermercado devolver cerveja por exemplo.
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Descaso
Não é só dever da Convias, tapar buracos, cortar o mato, manter a sinalização visível, fazer investimentos na recuperação da estrada RS 122 (Farroupilha/Caxias). É dever também manter os banheiros das praças de pedágio limpos, higiênicos em condições apropriadas para os usuários que pagam caro para trafegar na rodovia. Não foi o que o editor testemunhou no inicio da noite deste domingo na praça de Farroupilha. O banheiro estava tomado por lixo, todo molhado, sujo, uma imundice.
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Trânsito lento e sem explicação

Para quem trafegou pela Rota do Sol no sentido litoral-serra por volta das 19h deste domingo enfrentou cerca de 20 km de trânsito lento e parado em alguns momentos próximo a Caxias do Sul. A lentidão talvez tenha sido provocada por pequenas colisões fruto da desatenção de motoristas, talvez pelo trânsito de camionetes com reboque cavalo, talvez pelo tráfego de caminhões e ônibus, talvez pela entrada na rodovia de veículos nos acessos de Vila Oliva, Fazenda Souza e outros distritos. Talvez ? Sim talvez, porque não há explicações para o fato. O que existe são apenas desconfianças.

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