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Delcídio será cassado hoje. Senador ontem tentou defender seu mandato que já está perdido pelo julgamento do povo

O senador Delcídio do Amaral voltou ao Senado nesta segunda-feira pela primeira vez depois de ser preso por obstruir as investigações da Operação Lava Jato. Delcídio foi ouvido na Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) da Casa, que iria votar o relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), favorável à cassação do ex-petista, e decidir pelo encaminhamento do processo ao plenário.Delcídio reiterou o conteúdo de sua delação premiada e afirmou que agiu "a mando" ao negociar a compra do silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. Disse mais, ao tentar se livrar de uma cassação que deverá ocorrer em sessão plenária no Senado ainda nesta terça: "Eu não roubei, não desviei dinheiro, não tenho conta no exterior. Estou sendo acusado de obstrução de Justiça”. Após o encerramento da sessão na CCJ, o relator do processo no Conselho de Ética, senador Telmário Mota (PDT-RR), contrário ao requerimento de Aloysio Nunes, levou ao plenário da Casa a discussão sobre a cassação do senador.O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), convocou para as 17h a sessão plenária. Delcídio pensa que poderá se livrar da cassação, mas mesmo que consiga, o que é pouco provável, a maior condenação virá sempre das ruas.

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Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

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Em delação premiada, o advogado Alexandre Correa Romano, da Odebrecht, contou para a Polícia Federal como manteve tórrido romance com Gleisi num hotel de luxo dos Alpes da Suíça. Lá onde o calor dos corpos costuma afastar o frio, Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT, entregou seu coração ao amante. E Paulo Bernardo, o marido traído, ficava em Brasília, seja como ministro do Planejamento, seja ocupando a cadeira principal do Ministério das Comunicações, enquanto sua estrela predileta flutuava em na realização de suas fantasias eróticas. O jornalista Mino Pedrosa conta em detalhes escandalosos as razões que estão por trás do apelido que a Odebrecht aplicou na senadora Gleisi Hoffman No rastro do advogado Alexandre Correa Romano, a Polícia Federal encontrou um flat que era utilizado para guardar dinheiro e encontros clandestinos e amorosos. Segundo documentos da Operação Lava Jato, o flat fica na rua Jorge Chamas, 334, apartamento 44, em São Paulo. Romano recebia hósp

Russos querem mesmo construir porto em Arroio do Sal

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