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Debate americano virou debate de personalidades e não de planos de governo

O debate nas eleições americanas parecem perder o rumo. Ultimamente debate-se mais as personalidades dos candidatos do que propriamente propostas e planos de governo. Donald Trump é a forma mais acabada da decadência dos EUA, sua campanha é marcada por afirmações racistas, machistas e homofóbicas, sendo um dos seus principais motes a luta contra o terrorismos e a imigração. Nas suas propostas estão desde a construção de um muro com o México, assim como impedir a imigração de países como Iraque, Síria e Afeganistão para manter os imigrantes “radicais” fora do território americano. Por outro lado, Hilary Clinton vem trabalhando para ganhar espaço através da política do medo de um possível “Trump presidente”, e grande parte da burguesia está unida pela Hillary, financiando sua campanha, inclusive setores Republicanos que acham Trump um candidato “incontrolável”. Hillary por sua vez não consegue causar entusiasmo, aparece como "candidata responsável", mas que não é nenhuma alternativa para a juventude e os trabalhadores, e sim representa a continuidade de uma política militarista agressiva, que busca recompor a hegemonia dos Estados Unidos. Temas importantes para a população como o enfrentamento ao monopólio das grandes indústrias farmacêuticas que tornam os remédios cada vez menos acessível aos que necessitam porque tudo é muito caro, estão relegados a um segundo plano. Graças ao poder de criar estes monopólios (as patentes que proíbem qualquer concorrência na fabricação ou importação), as farmacêuticas americanas investem literalmente bilhões em lobby. Nenhuma indústria no mundo investe tanto para influenciar a criação de regras e leis quanto a indústria de saúde americana. Uma espécie de capitalismo mafioso que precisa ser enfrentado, assim como outros tantos problemas.O fato é que os EUA estão em decadência relativa há décadas. No campo político a decadência também é notória. Uma política feita de espetáculo, não de razão, do discurso político calcado na polêmica, no ódio e no apelo aos instintos desagradáveis.

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