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Parcerias com a iniciativa privada pode ser um caminho

Com a queda da arrecadação e dos repasses de recursos da União, os municípios buscam todo o tipo de alternativa para equilibrar as finanças públicas e para gastos sociais. Não é de hoje que prefeitos, governadores e até mesmo presidentes da república estudam programas de desestatização, ou privatizações. O recém eleito, prefeito de São Paulo, João Dória, anuncia que vai vender o Parque Anhembi (um centro de exposições), o Sambódromo, o Autódromo de Interlagos, o Estádio do Pacaembu, além de conceder à iniciativa privada linhas e estações de metrô e ônibus. Dória, assim como tantos outros prefeitos eleitos, sabem que para enfrentar os desafios da falta de recursos, será necessário desfazer-se de atividades que não são mais prioritárias, e que não podem mais ser administradas pelo poder público. A necessidade de privatizar boa parte do patrimônio público é um caminho sem volta. Cemitérios, praças, parques, ginásios, estádios e até obras públicas podem ser concedidas para a iniciativa privada, quer seja por parcerias, convênios, concessões e até mesmo privatizações. João Doria, tem razão, a proposta de “delegar à iniciativa privada” a prestação de serviços funerários e a administração de cemitérios municipais é também um bom exemplo do que pode ser feito em qualquer cidade do país. A prefeitura ficaria responsável por fiscalizar e regular e a iniciativa privada assume, porque não?



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Em delação premiada, o advogado Alexandre Correa Romano, da Odebrecht, contou para a Polícia Federal como manteve tórrido romance com Gleisi num hotel de luxo dos Alpes da Suíça. Lá onde o calor dos corpos costuma afastar o frio, Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT, entregou seu coração ao amante. E Paulo Bernardo, o marido traído, ficava em Brasília, seja como ministro do Planejamento, seja ocupando a cadeira principal do Ministério das Comunicações, enquanto sua estrela predileta flutuava em na realização de suas fantasias eróticas. O jornalista Mino Pedrosa conta em detalhes escandalosos as razões que estão por trás do apelido que a Odebrecht aplicou na senadora Gleisi Hoffman No rastro do advogado Alexandre Correa Romano, a Polícia Federal encontrou um flat que era utilizado para guardar dinheiro e encontros clandestinos e amorosos. Segundo documentos da Operação Lava Jato, o flat fica na rua Jorge Chamas, 334, apartamento 44, em São Paulo. Romano recebia hósp

Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

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