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A semana começa com muita preocupação em Brasília.

O teor das declarações, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de Marcelo Odebrecht e de ex-executivos da construtora que liderou o processo de corrupção na Petrobras, deixou políticos dos principais partidos numa situação bastante difícil e ampliou a incerteza sobre o futuro do governo de Michel Temer. Ainda que o Palácio do Planalto faça uma avaliação positiva em relação ao que disse Odebrecht, já que ele não associou Temer a nenhum pedido formal de recursos para campanhas políticas, há muitas delações pela frente. Dos 77 executivos da empreiteira que fizeram acordo com a Justiça para dizer o que sabem sobre o esquema que saqueou a Petrobras, conhece-se apenas detalhes de três depoimentos. Há muita coisa para ser revelada. De agora em diante toda a blindagem a Temer será prioritária. A estratégia de sobrevivência de Temer inclui uma força-tarefa para aprovar, o mais rapidamente possível e sem grande alterações no projeto original, a reforma da Previdência. O Planalto acredita que, ao se mostrar ativo em temas que o mercado considera importantes, conseguirá manter o apoio que vem recebendo de investidores e empresários. O governo precisa convencer investidores que, mesmo abalado pelas delações da Odebrecht, continua com força suficiente no Congresso para aprovar propostas relevantes para o país. Nesta segunda mais dois delatores vão depôr no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A semana começa com muita preocupação em Brasília.

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Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

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Em delação premiada, o advogado Alexandre Correa Romano, da Odebrecht, contou para a Polícia Federal como manteve tórrido romance com Gleisi num hotel de luxo dos Alpes da Suíça. Lá onde o calor dos corpos costuma afastar o frio, Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT, entregou seu coração ao amante. E Paulo Bernardo, o marido traído, ficava em Brasília, seja como ministro do Planejamento, seja ocupando a cadeira principal do Ministério das Comunicações, enquanto sua estrela predileta flutuava em na realização de suas fantasias eróticas. O jornalista Mino Pedrosa conta em detalhes escandalosos as razões que estão por trás do apelido que a Odebrecht aplicou na senadora Gleisi Hoffman No rastro do advogado Alexandre Correa Romano, a Polícia Federal encontrou um flat que era utilizado para guardar dinheiro e encontros clandestinos e amorosos. Segundo documentos da Operação Lava Jato, o flat fica na rua Jorge Chamas, 334, apartamento 44, em São Paulo. Romano recebia hósp

Russos querem mesmo construir porto em Arroio do Sal

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