Pular para o conteúdo principal

O que mais disseram Mônica Moura e João Santana

* João Santana disse que pagava despesas pessoais de Dilma com dinheiro sujo: A governanta Rose, levava R$ 4 mil por mês. O cabelereiro Celso Kamura recebia R$ 10 mil por cada arrumação que fazia nos cabelos de Dilma, fora as despesas de viagens de SP para Brasília. Entre 2010 e 2015, Kamura recebeu R$ 50 mil de João Santana. No ano passado, estes eram os preços cobrados no salão do cabeleireiro.Corte de cabelo no salão de Celso Kamura custa algo em torno de R$ 400,00 (isso mesmo, quase metade de um salário mínimo);Hidratação tem o preço médio de R$ 250,00;Escova tem o preço máximo fixado em R$ 150,00.

* O casal disse que receberam, via caixa dois, 38,6 milhões de reais das campanhas municipais dos candidatos petistas Marta Suplicy (hoje no PMDB) e Gleisi Hoffmann, em 2008, e Fernando Haddad e Patrus Ananias, em 2012.

* Mônica Moura afirmou que o atual presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pagou "por fora" US$ 11 milhões pela campanha do então presidente Hugo Chávez à reeleição, em 2012.Maduro ainda teria de pagar outros US$ 15 milhões a ela pela campanha, mas que esse valor nunca foi pago. A marqueteira afirmou que, além desse valor, recebeu outros US$ 9 milhões de empreiteiras para realizar a campanha de Chávez.

* Monica Moura disse que ela e João Santana fizeram a campanha de Patrus Ananias para prefeito de Belo Horizonte, a pedido de Dilma e ela sabia que seria usado dinheiro sujo. Ela relatou em seu depoimento que os valores da campanha foram acertados entre ela e Pimentel, sendo que o então ministro exigiu que parte dos pagamentos fosse recebido “por fora”. A campanha teve um custo total de R$ 8 milhões oficialmente e mais R$ 4 milhões não declarados, segundo Moura.

* João Santana disse ter participado de encontros com Palocci nos quais disse ter ficado "claro" que Lula "sabia de todos os detalhes, de todos os pagamentos por fora recebidos pela Pólis [a empresa de Santana]:- Ele era tratado como o Grande Chefe.



Postagens mais visitadas deste blog

Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

Russos querem mesmo construir porto em Arroio do Sal

O deputado federal gaúcho Bibo Nunes apresentou ao governador Eduardo Leite, sexta-feira, o protocolo de intenções que demonstra o interesse de grupos privados russos em investir um total de R$ 3,56 bilhões na construção de um porto em Arroio do Sal, Litoral Norte do RS. O investimento, inicialmente projetado em cerca de 1 bilhão de dólares pelo secretário do Meio Ambiente, Agropecuária e Pesca de Arroio do Sal, Luis Schmidt, pode chegar a US$ 2,8 bilhões. A prefeitura já concedeu viabilidade econômica para o projeto. São necessárias outras liberações. Além dos investidores russos, há investidores brasileiros, como a Doha, com experiência em portos, o Grupo Del Rio, a IG Consultoria e a GS Business. A intenção do grupo, segundo o prefeito Bolão, é instalar a pedra fundamental da obra em março de 2020.

Está faltando matéria prima para as indústrias moveleiras produzirem

A Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel) e a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) emitiram comunicado conjunto acerca do desabastecimento de painéis de madeira para indústrias e marcenarias. A pandemia provocou paralisação do consumo doméstico da matéria prima, fazendo com que as fornecedoras buscassem o mercado externo. No entanto, com a reabertura do comércio, o ritmo de produção das indústrias de móveis brasileiras cresceu rapidamente. Resultado: Desabastecimento interno. Alta nos preços. Está faltando chapa de MDF e MDP para atender a demanda nacional. A penas no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2019, a exportação do MDP cru para a China registrou aumento de 700% e caso muito semelhante ocorreu com os EUA, com alta de mais de 600%. Eis a nota: A Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel) e a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), que representa a indústria de chapas de painéis, em atenção às manifestações de in