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Atualmente, há 17 mil empresas e ONGs proibidas de receber dinheiro público

A mesma sociedade que cobra legalidade nos atos dos governos, não faz sua parte cumprindo com o dever de prestar contas do dinheiro público que recebe. O governo federal mantém dois cadastros com 16.954 empresas e entidades sem fins lucrativos (ONGs) proibidas de firmar contratos com o poder público porque se envolveram em algum tipo de falcatrua, em negócios anteriores. O Cadastro de Empresas Inidôneas e Suspensas (CEIS) tem 12.296 registros de empresas que cometeram algum crime. A outra lista tem 4.658 ONGs impedidas de receber dinheiro público. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder. Um dos principais motivos para o impedimento de as ONGs receberem dinheiro público é a gritante irregularidade na prestação de contas. Da lista também constam diversas entidades gaúchas. Algumas estão inadimplentes há mais de 10 anos. O Ministério do Turismo reúne o maior número de convênios considerados irregulares. São 788 parcerias com ONGs que apresentaram problemas, 18% do total de convênios que constam no Cadastro de Entidades sem Fins Lucrativos Impedidas da CGU. A inserção de organizações no cadastro da CGU acontece quando há desvio de recursos, sobrepreço, omissão ou atraso na prestação de contas e serviços não executados. Depois que uma entidade passa a integrar o cadastro, fica impedida de receber recursos federais. Até ONGs de fachada que só existem no papel para receber o dinheiro. 





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