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Blairo Maggi garante que fica

A imprensa da capital ao repercutir a Expointer faz questão de destacar a fala do ministro Blairo Maggi que participou da solenidade de abertura oficial e que avisou que não sairá do governo depois das denúncias que envolvem seu nome em suposto esquema de propina. O ex-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, que foi vice do ministro quando ele administrou aquele Estado, citou Blairo em pelo menos duas suspeitas de obstrução de justiça - tentativa de interferir nas investigações. Uma delas ocorreu no período em que Blairo já era ministro, no dia 22 de abril. Nessa data, Silval gravou uma conversa com um dos políticos que o visitaram na prisão, e eles falam de Blairo.O ex-governador revelou um pagamento feito por ele e por Blairo ao ex-secretário de Fazenda de Mato Grosso Éder Moraes. Silval contou que o objetivo era que Éder mudasse um depoimento a fim de inocentar Blairo Maggi. Silval diz que, em troca, Éder recebeu R$ 6 milhões e explica como acertou tudo com Blairo Maggi em uma conversa, em 2014, na chácara do agora ministro. No vídeo, o delator lê o próprio depoimento. A denúncia é grave e colocou o Ministro em maus lençóis. Não é de surpreender se nas próximas horas Temer não hesitar em trocar o titular da pasta.

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Em delação premiada, o advogado Alexandre Correa Romano, da Odebrecht, contou para a Polícia Federal como manteve tórrido romance com Gleisi num hotel de luxo dos Alpes da Suíça. Lá onde o calor dos corpos costuma afastar o frio, Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT, entregou seu coração ao amante. E Paulo Bernardo, o marido traído, ficava em Brasília, seja como ministro do Planejamento, seja ocupando a cadeira principal do Ministério das Comunicações, enquanto sua estrela predileta flutuava em na realização de suas fantasias eróticas. O jornalista Mino Pedrosa conta em detalhes escandalosos as razões que estão por trás do apelido que a Odebrecht aplicou na senadora Gleisi Hoffman No rastro do advogado Alexandre Correa Romano, a Polícia Federal encontrou um flat que era utilizado para guardar dinheiro e encontros clandestinos e amorosos. Segundo documentos da Operação Lava Jato, o flat fica na rua Jorge Chamas, 334, apartamento 44, em São Paulo. Romano recebia hósp

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