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Eletrobras a serviço do uso político

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O governo está querendo vender a Eletrobras , mas não consegue. Uma gigante formada por centenas de empresas que atuam em todas as três fases da cadeia produtiva do setor de energia elétrica. A estatal também é dona de metade de Itaipu. Atualmente, a União tem 60% no capital da Eletrobrás. Nos últimos cinco anos, a empresa, que está envolvida em dois processos da Lava Jato, acumula prejuízo de R$ 28 bilhões.

São 233 usinas de geração de energia, incluindo Furnas - que opera 12 hidrelétricas e duas termelétricas - e a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), além de seis distribuidoras, todas na região Norte e Nordeste, e 61 mil quilômetros de linhas de transmissão, metade do total do país e o suficiente para dar uma volta e meia no planeta.

Privatizar a companhia, também pode ser um passo importante para que ela ganhe eficiência. A situação financeira de algumas das empresas, especialmente das distribuidoras, é ruim, não tem mais como o governo e a sociedade pagar esta conta.

O plano inicial, é diminuir essa participação emitindo novas ações. Com um volume maior de papéis, a fatia do setor público seria diluída e a companhia, capitalizada.

Mas porque o plano não avança, uma vez que o governo anunciou sua intenção ainda em agosto de 2017?

Assim como em vários órgãos públicos, agências reguladoras e outras instâncias de governo, em que estão recheadas de “apadrinhados” por deputados e senadores o processo não é tão simples assim. Com as indicações, políticos se beneficiam de favores que podem render votos, como obras em ritmo acelerado ou patrocínio de eventos em seus redutos eleitorais

Parlamentares, incluindo os da base aliada, resistem a votar o projeto de privatização da Eletrobrás no Congresso. O principal entrave está relacionado às subsidiárias da empresa – em pelo menos 13 os dirigentes cumprem exigências da Lei das Estatais, como experiência comprovada na área, mas foram “apadrinhados” por deputados e senadores de MDB, DEM, PP, PSB, PSDB e PSD.

A Eletrobras não pode ficar a serviço do uso político. O governo precisa assumir o seu papel de regulador do sistema e deixar de concorrer com a iniciativa privada. Quebrar o ciclo vicioso da energia não é opção, é necessidade.

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