Fevereiro é positivo para a produção e consumo de móveis gaúchos

A produção de móveis no estado do Rio Grande do Sul foi de 6 milhões de peças no mês de fevereiro, registrando crescimento de 1,1%, em relação a janeiro. No acumulado do ano, a produção industrial no estado também cresceu, atingindo 4,2%. O mercado nacional, cuja produção de móveis em volumes foi de 34,5 milhões de peças no segundo mês de 2018, no entanto, não seguiu a crescente do estado gaúcho e apresentou queda de 7,3% ante janeiro. Os dados estão no relatório Conjuntura e Comércio Externo do Setor de Móveis no Brasil, elaborado pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI).
Em se tratando do consumo aparente de móveis, o volume no Estado foi de 5,8 milhões de peças, progresso de 1,6% em fevereiro, enquanto no acumulado do ano houve alta de 4,8%. Os resultados positivos vão ao encontro dos números da indústria de móveis brasileira que no acumulado do ano até fevereiro atingiu 10,5% em volume.
Varejo
As vendas do comércio varejista de móveis no Rio Grande do Sul sofreram queda de 13,8% em volume e 13,9% em valores. No acumulado do ano, o varejo em volume apresentou elevação de 8,2% e de 7,6% em valores das receitas. Os percentuais seguem uma tendência nacional, com quedas de 17,4% em volume de peças e 17,5% em valores das receitas, com relação a janeiro.
Exportações em março
Bons resultados também para as exportações do Rio Grande do Sul que registraram incremento, em março, de 28,6%, alcançando US$ 17 milhões. As importações também cresceram expressivamente, 56%, atingindo US$ 4,5 milhões. Com a alta registrada também no mês de fevereiro, de 26,8%, o saldo da balança comercial em janeiro ficou positivo em US$ 12,5 milhões.
Nacionalmente, as exportações somaram US$ 155,1 milhões entre janeiro e março de 2018, resultado que representa crescimento de 10,1% em comparação com o primeiro trimestre de 2017. Desse total, merecem destaque as exportações de móveis para os Estados Unidos, com participação de 27,2% dos valores exportados e um aumento de 15,7% em relação ao ano passado. Em 2º lugar no ranking aparece o Reino Unido com 11,9% de participação, e avanço de 10,9% nos valores importados frente ao acumulado de janeiro a março de 2017. A Argentina fica em 3º lugar, com 9,7% do total e alta de 4,2% em comparação com 2017.

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