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Posse de Bolsonaro terá até snipers

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A posse do presidente Jair Bolsonaro (PSL), no dia 1º de janeiro, terá o maior esquema de segurança da história do evento. O atentado sofrido pelo então candidato, em setembro, e as denúncias de ameaças feitas contra ele após a eleição aumentaram a preocupação dos que participam do planejamento, que vem sendo discutido há semanas em grupos que reúnem a equipe do atual presidente, Michel Temer (MDB), e a de transição.

Doze mil agentes trabalharão na operação. Atiradores de elite, os “snipers”, ficarão posicionados em prédios da Esplanada dos Ministérios e haverá um grande contingente de agentes disfarçados entre os espectadores, durante todo o tempo em que Bolsonaro estiver exposto ao público. O culto na Catedral de Brasília e o desfile em carro aberto até o Congresso ainda não estão garantidos. Segundo auxiliares da Presidência revelaram ao EXTRA, todo o evento está sendo pensado de modo a reduzir ao mínimo possível o risco de um atentado com arma de fogo contra o presidente eleito, que usará colete à prova de balas. Por causa da estrutura de segurança, o custo total da posse deve chegar a cerca de R$ 1 milhão, quase o dobro de eventos anteriores.

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