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Badesul e BNDES assinam declaração conjunta de apoio ao setor vitivinícola

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Badesul Desenvolvimento – Agência de Fomento assinaram, na tarde desta sexta-feira (16/8), uma declaração conjunta que estabelece uma parceria para atuação conjunta entre os dois bancos para garantir apoio ao setor vitivinícola no que diz respeito a riscos causados pelo acordo econômico entre o Mercosul e a União Europeia, de julho deste ano.

A declaração foi assinada no Palácio Piratini, com a presença do governador Eduardo Leite, do secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Ruy Irigaray, do presidente do BNDES, Gustavo Montezano, da presidente do Badesul, Jeanette Lontra, do deputado federal Eduardo Bolsonaro e do prefeito da capital Brasileira do Vinho, Guilherme Pasin.

O Presidente do BNDES, Gustavo Montezano garantiu que o banco deseja se tornar uma instituição de serviços do país, não só no que diz respeito a financiamentos, mas também fornecendo tecnologia financeira e assessoria. “O Estado tem de apoiar o vendedor, o empresário e a iniciativa privada. Contem com o BNDES para apoiar o setor”, garantiu.

O governador manifestou apoio ao setor e disse compreender a apreensão em que os produtores e comerciantes se encontram. “Temos plena convicção de que o Estado, além de resolver o problema do governo, deve estimular a competitividade por meio de apoio às cadeias produtivas e de políticas públicas”, disse Leite. Ele ainda defendeu que o apoio do governo federal será muito relevante na construção de uma política de competitividade.

A declaração conjunta entre BNDES e Badesul prevê atividades de troca de informações e de apoio reciproco para a construção de mecanismos que contribuam para o desenvolvimento setorial, com oferta de técnicos qualificados e construção de ações promocionais.

Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, o deputado federal Eduardo Bolsonaro garantiu que a União fará sua parte e elogiou a postura reformista adotada por Leite. “Se o RS está se esforçando para fazer reformas, não seremos nós que atrasaremos o processo”, garantiu. O deputado estima que o Brasil tenha uma janela de cerca de 10 anos para se adaptar aos novos pataramares de competitividade, considerando o tempo em que ainda será necessário para que as conseqüências do acordo sejam, de fato, percebidas. ( Com conteúdo do governo RS).

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