Pular para o conteúdo principal

Uvibra vai gerir o Fundovitis depois de denúncias no Ibravin


Devem ser conhecidos nesta terça-feira os nomes que formarão o novo conselho da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), que passará a contar com representantes de cooperativas e também de produtores. A mudança vem depois de uma severa crise no Ibravin- Instituto Brasileiro do Vinho , que pode ser extinto. Apontamentos do TCE detalham várias improbidades no Ibravin o que culminou pela impossibilidade da renovação do convênio com o governo para uso dos recursos do Fundovitis. O fundo é formado pelo recolhimento de taxa junto às vinícolas, conforme o volume de uva industrializado, creditada no pagamento do ICMS. Atualmente, 50% do total é repassado para as ações do Ibravin e a outra metade, para o estado. O dinheiro é muito importante e substancial. Além de trabalhos institucionais, o Ibravin se envolve em ações de promoção do vinho nacional, juntamente, por exemplo, com Associação Brasileira de Enologia (ABE). No setor primário e de pesquisa agrícola, um dos grandes parceiros de trabalho era a Embrapa Uva e Vinho. Além de servir para controle de atividades dos produtores de uvas, o Cadastro Vitícola no Rio Grande do Sul é necessário para que viticultores possam fazer vendas à indústria.

A mudança atende uma das exigências para que a entidade possa incorporar os trabalhos Ibravin.

Cerca de R$ 12 milhões referentes ao repasse anual de 2019 estão parados nas contas da instituição. Na semana passada, o Ibravin informou que as entidades representativas do setor vitivinícola gaúcho, em conjunto com a Secretaria da Agricultura, haviam chegado a um consenso. Ficou definido que a continuidade de investimentos com recursos do Fundovitis será realizada através do repasse à Uvibra.

Enquanto o Ibravin presta esclarecimento ao TCE e a gestão do Fundovitis não retoma à entidade, foi necessário redução das atividades e de pessoal. A execução dos projetos Wines of Brasil, Grape Juice of Brasil, Suco de Uva 100% e Qualidade na Taça, entre outras, está temporariamente suspensa.

Postagens mais visitadas deste blog

Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT tinha um amante

Em delação premiada, o advogado Alexandre Correa Romano, da Odebrecht, contou para a Polícia Federal como manteve tórrido romance com Gleisi num hotel de luxo dos Alpes da Suíça. Lá onde o calor dos corpos costuma afastar o frio, Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT, entregou seu coração ao amante. E Paulo Bernardo, o marido traído, ficava em Brasília, seja como ministro do Planejamento, seja ocupando a cadeira principal do Ministério das Comunicações, enquanto sua estrela predileta flutuava em na realização de suas fantasias eróticas. O jornalista Mino Pedrosa conta em detalhes escandalosos as razões que estão por trás do apelido que a Odebrecht aplicou na senadora Gleisi Hoffman No rastro do advogado Alexandre Correa Romano, a Polícia Federal encontrou um flat que era utilizado para guardar dinheiro e encontros clandestinos e amorosos. Segundo documentos da Operação Lava Jato, o flat fica na rua Jorge Chamas, 334, apartamento 44, em São Paulo. Romano recebia hósp

Judicialização da Política

A vontade popular e o voto na urna são soberanos. Retirar do povo o poder de decisões importantes para o rumo de uma nação e do Estado para delegar ao judiciário, poder sem atuação política, é uma ameaça a democracia. Juízes não são eleitos pelo povo. E o povo decidiu! Pois bem, a Justiça Eleitoral cassou a candidatura do prefeito eleito de Bento Gonçalves, Diogo Siqueira (PSDB), e do vice, Amarildo Lucatelli (Progressistas). A decisão, proferida nesta quarta-feira (25), considera que a coligação "Gente que faz Bento" (PSDB/Progressistas/Republicanos) foi beneficiada por divulgações em canais oficiais da administração municipal. A ação havia sido protocolada ainda antes das eleições pela coligação "Bento Unido e Forte", do candidato Alcindo Gabrielli (MDB). A denúncia acusa a atual administração, que apoiou a candidatura de Siqueira, de utilizar o site oficial do município e as redes sociais do prefeito, Guilherme Pasin (Progressistas), para divulgar as ações realiz