Pular para o conteúdo principal

Governador do RS decide manter restrições até 30 de abril para Serra e região metropolitana

Determinação foi anunciada pelo governador em coletiva à imprensa nesta quarta-feira
O governador Eduardo Leite anunciou nesta quarta-feira, que o governo estadual irá prorrogar o decreto estadual que prevê restrições ao funcionamento do comércio para as regiões metropolitanas de Porto Alegre e da Serra. As demais cidades do Interior do Estado poderão flexibilizar a abertura de todos os setores do comércio, obedecendo os protocolos de higiene e proteção.
Até esta quarta, já eram 88 o número de municípios gaúchos que registraram casos confirmados de coronavírus. Já as 19 mortes em decorrência da doença foram registrados em dez cidades distintas, sendo oito delas em Porto Alegre. Conforme o boletim atualizado da Secretaria Estadual de Saúde, a maior incidência de casos por 100 mil habitantes é na cidade de São Domingos do Sul, que possui três casos de Covid-19 até o momento.
O Rio Grande do Sul ocupa o 15º lugar em incidência populacional (100 mil habitantes) em comparação com todos os Estados do Brasil. 

Macrorregiões

Confira a relação de macrorregiões de saúde do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do RS (Cosems-RS):
• Macrorregião Centro-Oeste (Verdes Campos, Entre Rios, Fronteira Oeste),
• Macrorregião Metropolitana (Belas Praias, Bons Ventos, Paranhana, Vale dos Sinos, Vale do Caí, Carbonífera, Poa/Metropolitana),
• Macrorregião Missioneira (Sete Povos das Missões, Portal das Missões, Região da Diversidade, Fronteira Noroeste),
• Macrorregião Norte (Caminho das Águas, Alto Uruguai Gaúcho, Região do Planalto, Região das Araucárias, Região do Botucaraí, Rota da Produção),
• Macrorregião Sul (Região Sul e Pampa),
Macrorregião Serra (Caxias, Campos de Cima da Serra, Vinhedos, Uvas e Vales)
• Macrorregião Vales (Jacuí/Centro, Santa Cruz do Sul, Vale das Montanhas e Vale da Luz).

Postagens mais visitadas deste blog

Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

Russos querem mesmo construir porto em Arroio do Sal

O deputado federal gaúcho Bibo Nunes apresentou ao governador Eduardo Leite, sexta-feira, o protocolo de intenções que demonstra o interesse de grupos privados russos em investir um total de R$ 3,56 bilhões na construção de um porto em Arroio do Sal, Litoral Norte do RS. O investimento, inicialmente projetado em cerca de 1 bilhão de dólares pelo secretário do Meio Ambiente, Agropecuária e Pesca de Arroio do Sal, Luis Schmidt, pode chegar a US$ 2,8 bilhões. A prefeitura já concedeu viabilidade econômica para o projeto. São necessárias outras liberações. Além dos investidores russos, há investidores brasileiros, como a Doha, com experiência em portos, o Grupo Del Rio, a IG Consultoria e a GS Business. A intenção do grupo, segundo o prefeito Bolão, é instalar a pedra fundamental da obra em março de 2020.

Está faltando matéria prima para as indústrias moveleiras produzirem

A Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel) e a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) emitiram comunicado conjunto acerca do desabastecimento de painéis de madeira para indústrias e marcenarias. A pandemia provocou paralisação do consumo doméstico da matéria prima, fazendo com que as fornecedoras buscassem o mercado externo. No entanto, com a reabertura do comércio, o ritmo de produção das indústrias de móveis brasileiras cresceu rapidamente. Resultado: Desabastecimento interno. Alta nos preços. Está faltando chapa de MDF e MDP para atender a demanda nacional. A penas no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2019, a exportação do MDP cru para a China registrou aumento de 700% e caso muito semelhante ocorreu com os EUA, com alta de mais de 600%. Eis a nota: A Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel) e a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), que representa a indústria de chapas de painéis, em atenção às manifestações de in