Eduardo Leite prometeu editar decreto para co-gestão da política de combate ao coronavírus mas não fez

Os prefeitos de pelo menos 50 cidades, da encosta superior do nordeste, da serra e também da região das hortênsias decidiram não esperar e editaram decretos próprios com regras intermediárias entre as bandeiras laranja e vermelha. Tudo porque o governador Eduardo Leite prometeu-lhes editar decreto para co-gestão da política de combate ao vírus chinês, mas na última quinta-feira recuou. O que se viu no final de semana, foi uma série de decisões jurídicas impetradas pelo Ministério Público Estadual e pela Procuradoria do Estado. E aí estabeleceu-se a confusão de protocolos. 
O final de semana foi de comércio aberto e desrespeito ao distanciamento controlado. Não há consenso no judiciário. Em alguns municípios o Poder Judiciário não acolheu os pedidos e em outros sim.

Em Caxias, o juiz plantonista Rudolf Carlos Reitz manteve a reabertura prevista no decreto municipal, com limitações ao comércio, shoppings e restaurantes da cidade nesta segunda-feira (3). No entanto, é dado prazo de 72 horas para o município se manifestar sobre a adoção de medidas dissonantes às recomendadas pelo Governo do Estado. Portanto, na prática, a decisão foi postergada, pelo menos até terça-feira (4) à noite, quanto termina prazo de manifestação.

Em Bento o Ministério Público suspendeu decreto municipal . O documento, assinado pela juíza da comarca de Bento Carina Paula Chini Falcão, prevê o retorno imediato da cidade às regras estabelecidas aos municípios da bandeira vermelha no Modelo de Distanciamento Controlado determinado pelo Governo do Estado.
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