Reforma trabalhista avança. Proposta é aprovada em comissão especial e agora vai ao plenário

O governo conseguiu aprovar ontem, por 27 votos a dez e com poucas mudanças, a reforma trabalhista na comissão especial. Os pontos principais, como o fim da contribuição sindical obrigatória, a flexibilização das jornadas, a possibilidade de demissão negociada e a determinação de que o negociado com os sindicatos prevaleça sobre a lei, foram mantidos. O governo buscou acelerar a votação e tentará obter o aval do plenário da Câmara ainda nesta quarta-feira. Nova vitória, no entanto, não acabará com a tensão em torno de outra reforma, a da Previdência, tida como fundamental para reequilibras as contas. E, na semana que vem, deve ter início a apreciação da reforma da Previdência, tida como fundamental para reequilibras as contas. O Planalto intensificou a negociação com partidos da base para diminuir as resistências às reformas. Apesar disso não tem ainda os 308 votos que precisa. Jornalistas em Brasília avaliam que faltam entre 30 e 40 votos. Em defesa da reforma da Previdência, Temer disse que o relator Arthur Maia (PPS-BA) conseguira ''amenizar enormemente'' a proposta original do governo. “Então não há mais razão para que se diga que não se deve aprovar a reforma da Previdência”, disse o presidente.

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