Presídio de Bento tem que ser domolido

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O prefeito Guilherme Pasin acerta quando diz que o presídio de Bento Gonçalves, localizado no centro da cidade é uma "Bomba Relógio". Pois bem, agora que o assunto da construção de uma nova casa prisional parece estar resolvido, uma vez que o novo presídio, localizado na Linha Palmeiro está praticamente concluído, não tem cabimento algum cogitar-se utilizar o presídio velho para acomodar mulheres ou presos do semi-aberto.

O presídio tem capacidade para 115 detentos (96 no regime fechado e 19 entre aberto e semiaberto), mas, atualmente, abriga 355 presos do regime fechado, além de 16 do semiaberto.

A população de Bento há mais de 30 anos espera pela demolição do atual presídio.

"Desde que Bento Gonçalves começou a se desenvolver, na década de 1970, o Centro "engoliu" essa área e os transtornos começaram a acontecer, muitas fugas e rebeliões. O cerne de toda essa negociação (para construção da nova penitenciária) sempre foi retirarmos essa casa prisional do centro da cidade. Além disso, a razão nos diz que aquele espaço é impróprio para receber qualquer atividade porque ele tem problema estrutural, não tem projeto aprovado, não tem projetos elétrico, hidráulico e de segurança. Esse presídio, com quase 400 pessoas, não tem sequer PPCI, tem fiação exposta. É um perigo, é uma bomba-relógio, e tem gente lá dentro. Não cabe a nós julgarmos quem são essas pessoas" — disse o Prefeito em entrevista ao Jornal Pioneiro.

Para acabar de vez com a ameaça à população que vive no centro da cidade, a prefeitura entrou com uma ação da Justiça, na última quinta-feira, pedindo a demolição do prédio do atual se valendo dos laudos da Vigilância em Saúde e do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano do município e do Batalhão de Bombeiro Militar, que atestam a precariedade da estrutura. Os documentos foram emitidos a partir de uma vistoria em conjunto, feita no local em 6 de novembro do ano passado.

Todos os laudos são conclusivos, e comprovam que não tem mais como manter aquilo funcionando. A população que há anos espera por uma solução, pode agora também fazer sua parte, pressionando para que o governo do Estado se convença definitivamente e trate de desmanchar tudo.

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