Coronavírus: Depois da China e Itália, Espanha e EUA começam a enfrentar o pico da curva

NÚMERO DE CASOS NA ITÁLIA SEGUE CRESCENDO

Em breve, dentro de dois ou três dias a Espanha deverá enfrentar o pico da pandemia do coronavírus, com mortes no mesmo nível da Itália. País tem quase 40 mil infectados. Região da Catalunha registra, pela primeira vez, mais casos de Covid-19 do que Madri. 718 pessoas morreram nas últimas 24 horas. Na Itália foram 743. Estima-se que há 45 mil infectados lá.

Nos Estados Unidos, os casos confirmados explodiram em poucos dias. No começo de março, eram menos de 100, na semana passada chegaram a 5.000, e agora são mais de 40 mil registros e 537 mortos. Segundo a porta-voz da OMS, Margareth Harris, nas últimas 24 horas, 85% dos novos casos diagnosticados no mundo são provenientes dos EUA e da Europa, 40% deles em território americano.

Com o crescimento exponencial dos casos em território americano, o presidente Donald Trump, que inicialmente havia negligenciado a gravidade da crise, declarou emergência nacional no país, guerra ao que chamou de "inimigo invisível" e recomendou medidas de isolamento que implicaram o fechamento de escolas, bares, restaurantes, comércio e deixaram as ruas das grandes cidades americanas praticamente desertas.

Trump aplicou um roteiro de isolamento social rigoroso para o país até 30 de março, mas, depois disso, afirmou que vai avaliar o caminho a ser adotado nacionalmente. Desde a madrugada de segunda-feira (23), Trump tem dado indícios de querer flexibilizar medidas de distanciamento social que estão em vigor no país e já afetam 40% da população.

Nova York concentrava 20 mil casos nesta terça-feira, ou seja, quase metade do total de infectados nos EUA.

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