Manaus vive o caos. O exemplo que ninguém deseja enfrentar

MANAUS, AM - 21.04.2020: COVA IMENSA ABERTA EM CEMITÉRIO DE MANAUS - Covas abertas no Cemitério Parque de Manaus, na manhã desta terça-feira (21), no bairro tarumã, zona oeste da cidade de Manaus. Em nota, a Prefeitura de Manaus proibiu a entrada da Imprensa e os enterros só podem ser acompanhados por cinco familiares por sepultamento. (Foto: Sandro Pereira /Fotoarena/Folhapress) ORG XMIT: 1906102 ***PARCEIRO FOLHAPRESS - FOTO COM CUSTO EXTRA E CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS***
Sistema de saúde em total colapso. Enterros triplicam. É como ir para a guerra sem nenhuma arma, dizem os médicos. O Estado tem a pior concentração de casos confirmados do Brasil: 323,7 a cada milhão de habitantes (quase o triplo da média nacional: 111/milhão). 2270 casos confirmados e 193 mortes. Balanço oficial das autoridades de Saúde do Amazonas registrou 110 casos novos e oito mortes nas últimas 24 horas; há 43 óbitos em investigação

Além de hospitais superlotados e falta de equipamentos, profissionais denunciam escassez de exames, salários atrasados e riscos enfrentados por médicos e enfermeiros.

Sempre houve déficit no Amazonas, sempre faltou vaga. Mas com a pandemia, o caos se instalou definitivamente, e a perda de vidas humanas é inconcebível e apavorante. Imagens circulam nas redes sociais dos sepultamentos em série no cemitério Parque Tarumã, zona oeste de Manaus.

Os fatos em Manaus e no Amazonas são alertas para aqueles que ainda consideram que o distanciamento social é ineficáz.

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