Ok, foram duros e deselegantes com a atriz consagrada pela TV, mas ela, no cargo de ministra, também não agiu corretamente. Como uma personagem coadjuvante inadequada, que pretende ser cômica para aliviar o drama de uma trama pesada como a da pandemia, Regina revelou-se fora de tom, parecia alienada do mundo da politica e do governo. Sua postura como ministra, representante de uma pasta importante como a cultura, não foi a apropriada.
Ali estava a namoradinha do Brasil que sempre teve tudo o que quis, mas agora obrigada a se ver contrariada pareceu despreparada para o cargo que ocupa. Em anos de uma carreira brilhante como atriz, em que convenceu o público com a verdade, o humanismo e o progressismo de Rachel, Helenas, Regina demonstrou que não sabe falar sem ter decorado o script.
Infelizmente , Regina hoje parece ser mais uma personagem estranha de um governo recheado de pessoas estranhas. Não tem preparo para estar onde está, um desfecho triste para uma carreira artística emblemática na teledramaturgia nacional.
Se antes sua escolha em aceitar o cargo de secretária especial da Cultura podia ser justificada como um certo idealismo de ver a arte no país ir para frente, depois da desastrosa entrevista não há mais como encontrar defesa. Até mesmo o mais cego dos fãs conseguiu enxergar que não vai dar.
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