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Primeira entrevista coletica de Trump foi um fisco protagonizada por uma autoridade que não se deu o respeito e por jornalistas que faltam com a ética e o bom comportamento

A primeira entrevista coletiva de Donald Trump como presidente eleito dos EUA não foi um evento jornalístico, mas uma clara amostra de como os americanos estarão sendo governados nos próximos anos. Autoritarismo sem meias palavras e formalidade. Foi surpreendente ver um presidente de um país, diga-se de passagem, um dos mais poderosos do mundo, adotar uma postura circense diante de dezenas de jornalistas de todo o mundo. E foi ainda mais surpreendente ver os próprios jornalistas desrespeitarem tal autoridade ao pronunciar suas perguntas. A relação entre políticos de primeiro escalão e imprensa é de fato complicada por natureza. Muitas vezes, os interesses são muito divergentes. Mas jamais deve ser desrespeitosa ao ponto de haver bate boca, gritaria e falta de compostura. Nesta quarta-feira, Trump mostrou claramente ao mundo como ele irá lidar com jornalistas críticos. Perguntas difíceis de colegas de outros meios de comunicação foram tratadas com malícia, não houve respostas às questões realmente importantes, somente novas promessas vagas. Esse evento não foi o que se pode chamar de coletiva de imprensa com o presidente. Foi tudo menos isso. O que se espera é que a baixaria não se instale nesta relação. Liberdade de imprensa sim, mas com o respeito que a autoridade merece. O mesmo vale para o presidente americano. Autoridade sim, mas postura e respeito diante de todos.

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Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT tinha um amante

Em delação premiada, o advogado Alexandre Correa Romano, da Odebrecht, contou para a Polícia Federal como manteve tórrido romance com Gleisi num hotel de luxo dos Alpes da Suíça. Lá onde o calor dos corpos costuma afastar o frio, Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT, entregou seu coração ao amante. E Paulo Bernardo, o marido traído, ficava em Brasília, seja como ministro do Planejamento, seja ocupando a cadeira principal do Ministério das Comunicações, enquanto sua estrela predileta flutuava em na realização de suas fantasias eróticas. O jornalista Mino Pedrosa conta em detalhes escandalosos as razões que estão por trás do apelido que a Odebrecht aplicou na senadora Gleisi Hoffman No rastro do advogado Alexandre Correa Romano, a Polícia Federal encontrou um flat que era utilizado para guardar dinheiro e encontros clandestinos e amorosos. Segundo documentos da Operação Lava Jato, o flat fica na rua Jorge Chamas, 334, apartamento 44, em São Paulo. Romano recebia hósp

Russos querem mesmo construir porto em Arroio do Sal

O deputado federal gaúcho Bibo Nunes apresentou ao governador Eduardo Leite, sexta-feira, o protocolo de intenções que demonstra o interesse de grupos privados russos em investir um total de R$ 3,56 bilhões na construção de um porto em Arroio do Sal, Litoral Norte do RS. O investimento, inicialmente projetado em cerca de 1 bilhão de dólares pelo secretário do Meio Ambiente, Agropecuária e Pesca de Arroio do Sal, Luis Schmidt, pode chegar a US$ 2,8 bilhões. A prefeitura já concedeu viabilidade econômica para o projeto. São necessárias outras liberações. Além dos investidores russos, há investidores brasileiros, como a Doha, com experiência em portos, o Grupo Del Rio, a IG Consultoria e a GS Business. A intenção do grupo, segundo o prefeito Bolão, é instalar a pedra fundamental da obra em março de 2020.