Pular para o conteúdo principal

Movelpar termina hoje em Arapongas. Setor espera retomada a partir da feira

A 11ª edição da Movelpar, que termina nesta quinta no Expoara, em Arapongas/PR, tem sido palco para lançamento de novas tendências e soluções no mobiliário. Norteados por estudos focados no design, com tendências em cores, revestimentos e funcionalidades no setor, os expositores continuam seguindo a mesma receita de sempre nas feiras do setor: a de apresentar rodutos que buscam atender às necessidades atuais do consumidor brasileiro. A Telasul ( Garibaldi) lança com exclusividade na Movelpar, a cozinha Turquesa. A linha traz uma série de diferenciais, entre eles, puxador em alumínio, pés cinzas quadrados com regulagem de altura; porta com estampa suave e elegante; opção de paneleiro com 500mm de profundidade. Disponível em modulação completa, inclusive com armários de canto, complementos e com o paneleiro com maior espaço interno do mercado, a linha já está disponível para venda. A Bertolini ( Bento Gonçalves) apresenta na feira toda a linha de cozinhas de aço com destaque para criações exclusivas como a linha Gourmet, Evidence e Linea. A Movelpar abre o calendário de eventos do setor no ano e serve de termômetro para o que vem pela frente. A situação das fábricas de móveis de Arapongas vem preocupando desde 2014. Muitas empresas tradicionais entraram com pedidos de recuperação judicial e pelo menos dois mil trabalhadores perderam seus empregos desde então. O clima é de aposta na retomada dos negócios a partir da Movelpar.

Postagens mais visitadas deste blog

Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

Russos querem mesmo construir porto em Arroio do Sal

O deputado federal gaúcho Bibo Nunes apresentou ao governador Eduardo Leite, sexta-feira, o protocolo de intenções que demonstra o interesse de grupos privados russos em investir um total de R$ 3,56 bilhões na construção de um porto em Arroio do Sal, Litoral Norte do RS. O investimento, inicialmente projetado em cerca de 1 bilhão de dólares pelo secretário do Meio Ambiente, Agropecuária e Pesca de Arroio do Sal, Luis Schmidt, pode chegar a US$ 2,8 bilhões. A prefeitura já concedeu viabilidade econômica para o projeto. São necessárias outras liberações. Além dos investidores russos, há investidores brasileiros, como a Doha, com experiência em portos, o Grupo Del Rio, a IG Consultoria e a GS Business. A intenção do grupo, segundo o prefeito Bolão, é instalar a pedra fundamental da obra em março de 2020.

Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT tinha um amante

Em delação premiada, o advogado Alexandre Correa Romano, da Odebrecht, contou para a Polícia Federal como manteve tórrido romance com Gleisi num hotel de luxo dos Alpes da Suíça. Lá onde o calor dos corpos costuma afastar o frio, Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT, entregou seu coração ao amante. E Paulo Bernardo, o marido traído, ficava em Brasília, seja como ministro do Planejamento, seja ocupando a cadeira principal do Ministério das Comunicações, enquanto sua estrela predileta flutuava em na realização de suas fantasias eróticas. O jornalista Mino Pedrosa conta em detalhes escandalosos as razões que estão por trás do apelido que a Odebrecht aplicou na senadora Gleisi Hoffman No rastro do advogado Alexandre Correa Romano, a Polícia Federal encontrou um flat que era utilizado para guardar dinheiro e encontros clandestinos e amorosos. Segundo documentos da Operação Lava Jato, o flat fica na rua Jorge Chamas, 334, apartamento 44, em São Paulo. Romano recebia hósp