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Vinhos envelhecidos no fundo do mar

Um grupo de sete produtores de vinho do sul de Portugal pôs em prática uma inovadora técnica, a de envelhecer o vinho no fundo do mar do litoral do país e, como resultado, melhorou o sabor e o aroma do produto. Isto foi comprovado ao se extrair um total de 700 garrafas  que tinham sido depositadas a 17 metros de profundidade na Baía de Sines. Após sete meses no fundo do mar, na semana passada as garrafas foram retiradas para serem entregues às tripulações dos veleiros que participarão na regata Tall Ships 2017, que fará escala em Sines entre os dias 28 de abril e 1º de maio. A iniciativa foi implementada pela Associação de Produtores de Vinhos da Costa do Alentejo em setembro do ano passado, após a última vindima. Os vinhos envelhecidos no fundo do mar, segundo o grupo de produtores, têm a vantagem de que amadurecem a uma temperatura muito constante, que no caso da Baía de Sines ronda os 15 graus. Para seu perfeito envelhecimento, as garrafas de vinho, tanto de tinto como de branco, são seladas com cera especial e colocadas na vertical sobre estruturas metálicas para impedir que sejam arrastadas pelo mar.Ao longo dos anos, se pôde comprovar que as garrafas de vinho que tinham sido alojadas no fundo do mar por causa dos naufrágios tinham experimentado excelentes melhorias, chegando a valer muito dinheiro em diferentes leilões. Informações do G1.

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Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

Russos querem mesmo construir porto em Arroio do Sal

O deputado federal gaúcho Bibo Nunes apresentou ao governador Eduardo Leite, sexta-feira, o protocolo de intenções que demonstra o interesse de grupos privados russos em investir um total de R$ 3,56 bilhões na construção de um porto em Arroio do Sal, Litoral Norte do RS. O investimento, inicialmente projetado em cerca de 1 bilhão de dólares pelo secretário do Meio Ambiente, Agropecuária e Pesca de Arroio do Sal, Luis Schmidt, pode chegar a US$ 2,8 bilhões. A prefeitura já concedeu viabilidade econômica para o projeto. São necessárias outras liberações. Além dos investidores russos, há investidores brasileiros, como a Doha, com experiência em portos, o Grupo Del Rio, a IG Consultoria e a GS Business. A intenção do grupo, segundo o prefeito Bolão, é instalar a pedra fundamental da obra em março de 2020.

Está faltando matéria prima para as indústrias moveleiras produzirem

A Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel) e a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) emitiram comunicado conjunto acerca do desabastecimento de painéis de madeira para indústrias e marcenarias. A pandemia provocou paralisação do consumo doméstico da matéria prima, fazendo com que as fornecedoras buscassem o mercado externo. No entanto, com a reabertura do comércio, o ritmo de produção das indústrias de móveis brasileiras cresceu rapidamente. Resultado: Desabastecimento interno. Alta nos preços. Está faltando chapa de MDF e MDP para atender a demanda nacional. A penas no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2019, a exportação do MDP cru para a China registrou aumento de 700% e caso muito semelhante ocorreu com os EUA, com alta de mais de 600%. Eis a nota: A Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel) e a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), que representa a indústria de chapas de painéis, em atenção às manifestações de in