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Maluf preso! dá pra acreditar?

Depois de duas décadas de atraso mandaram prender Maluf. Por muitos anos qualquer pessoa que chegasse me São Paulo e questionasse seus moradores sobre Maluf, a resposta estava pronta: “rouba, mas faz!”. A resposta deu origem a outras perversões: o rouba, mas investe no social; o rouba, mas promove reformas econômicas, o rouba mas faz obras. Maluf sempre foi um corrupto notório. Sua notoriedade fez com que ele chegasse a ser popular em muitos lugares por onde passa no Brasil. A despeito de tudo isso, não faltaram votos para manter Maluf como político eleito até hoje. Há 45 anos Maluf já era protagonista da corrupção, hoje, a corrupção é tão generalizada que o velho Maluf parece um amador. Agora Maluf vai para a prisão, aliás Maluf já tinha sido preso certa vez por 40 dias, mas ele nega, diz que não foi preso, “ fui solto!”.

O deputado federal ficará no bloco 5, na Penitenciária da Papuda, em Brasília na chamada "ala dos vulneráveis", em geral destinada a idosos, políticos e presos sob algum tipo de ameaça. Maluf podia ligar para Gilmar Mendes, quem sabe o ministro do STF que anda soltando todo mundo não mande soltar também Maluf.

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Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

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