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Vídeo para Al Jazeera, bate boca, críticas à imprensa, ninguém mais aguenta a Gleisi

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Um vídeo gravado pela senadora e presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), à TV Al Jazeera, do Catar, tem sido motivo de polêmica desde a última quarta-feira (18).

Na mensagem, a senadora sem noção Gleisi se dirige “ao mundo árabe” para reverberar a "injustiça" de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva “foi condenado por juízes parciais em um processo ilegal” e é um “preso político”.

Nomeada por Lula sua porta-voz enquanto ele está encarcerado em Curitiba, a presidente do PT também faz as costumeiras críticas à imprensa, especificamente à TV Globo, à qual ela atribui “uma campanha de mentiras contra Lula”.

Não foi só Gleisi que falou para esta TV do Catar. Lula, FHC e Dilma já falaram à Al Jazeera - Notícias . No vídeo, a senadora diz que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é "um grande amigo do mundo árabe" .

As declarações se tornaram alvo de um procedimento da Procuradoria-Geral da República, sob responsabilidade da subprocuradora Raquel Branquinho, e também abriram um debate entre advogados e professores de Direito penal.

Ninguém mais aguenta Gleisi no Senado. Na quarta-feira, Ana Amélia afirmou que Gleisi poderia ter violado a Lei de Segurança Nacional e disse esperar que o vídeo para a emissora árabe não tivesse "sido um pedido para que o Exército Islâmico venha ao Brasil", em referência ao grupo extremista Estado Islâmico. Gleisi rebateu e classificou as críticas de Ana Amélia como "ignorância, xenofobia e má-fé".

À BBC, Ana Amélia diz que poucos senadores se animam a enfrentar os colegas de plenário, em especial os mais barulhentos e agressivos. E afirma que só parte para o embate a depender do tema e do tom dos outros senadores. "Estou fazendo o meu papel, não posso ficar em silêncio. Tenho que me comportar de acordo com a expectativa dos meus eleitores", justificou a senadora, dizendo que toma o cuidado para ficar "no limite do institucional" e não levar as discussões "para o lado pessoal".

Em agosto de 2016, Ana Amélia chegou protocolar junto ao Conselho de Ética do Senado representação para que a petista prestasse esclarecimentos por ter dito que o Senado "não tem moral" para julgar a então presidente afastada Dilma Rousseff.

Essa mesma declaração de Gleisi provocou bate-boca da petista com o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e tumulto no plenário do Senado durante o julgamento do impeachment de Dilma Rousseff.

Gleisi e o marido, Paulo Bernardo, que chegou a ser preso, são réus no âmbito da investigação da Lava Jato. No ano passado, Gleisi teve uma dura discussão com o senador Romero Jucá na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) sobre a reforma trabalhista.

Ana Amélia, que era jornalista antes de ser senadora, esclareceu que só citou o vídeo gravado por Gleisi no Senado porque a petista "foi desrespeitosa com as instituições e com a imprensa".

"Dizer que o Lula é preso político é forçar a barra", afirmou. Também fez questão de dizer que em nenhum momento atacou a comunidade árabe, por quem afirma ter "relação afetiva e respeitosa".

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