Prisão de Dirceu é mais um capítulo da história de um partido acabado

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O PT terá mais um terrível episódio de sua história nesta sexta-feira. O ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu teve o pedido de prisão decretado pela Justiça Federal e deve voltar hoje para a cadeia. A juíza federal Gabriela Hardt, substituta da mesma Vara do juiz Sergio Moro, deu até as 17 horas para que o petista se apresente para cumprir os 30 anos e nove meses de prisão, pena imposta pela na Operação Lava-Jato.

Pois é, mais um episódio que envolve os principais líderes de um partido que ainda tenta convencer seus eleitores de que tudo não passa de perseguição política e de acusações sem provas. Afinal qual a credibilidade do PT para propor qualquer coisa para o povo brasileiro depois de ter praticamente destruído o mercado brasileiro com sua obstinação pela concentração de poderes nas mãos de um governo que prometia ‘distribuir’ a riqueza mas acabou dizimando o que compartilhar? Pior: um governo que liberou os cofres públicos a políticos e empresários corruptos, todos eles beneficiários de uma promiscuidade que, a partir do Palácio do Planalto, alastrou-se como nunca antes na história deste país por todos os desvãos da administração federal direta e indireta.

E mais, um partido em que os seus principais líderes estão atrás das grades e onde a maioria de seus eleitos estão respondendo inquéritos na justiça.

Pela primeira vez, os três mais influentes homens da história do partido estarão presos. Junto com Dirceu, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci e o próprio ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva também foram presos pela Operação Lava-Jato. A última vez que os três estiveram em condições tão próximas foi no governo, antes do mensalão.

A próxima deve ser a senadora Gleisi Hofmann. A Polícia Federal achou evidências de propina a Gleiside R$ 1 milhão de um esquema de fraudes

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