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Vice prefeito de Agudo é preso

Em uma operação deflagrada na manhã desta quarta-feira (13) nas regiões Central e Metropolitana, a Polícia Civil cumpriu quatro mandados de prisão preventiva e 44 de busca, apreensão e de bloqueio de ativos contra um esquema de fraudes em licitações estruturado dentro da prefeitura de Agudo, distante 64 quilômetros de Santa Maria. O vice-prefeito Moises Kilian (MDB) e mais cinco pessoas foram presas por suspeita de envolvimento nas irregularidades.

Também são investigados assessores e motoristas, além de empresários do ramo de máquinas e peças contratados pelo município de Agudo mediante dispensa de licitação. Segundo a Polícia Civil, também foram presos Luciana da Silva, do Setor de Licitações da Prefeitura, e José Luiz Rocha da Silva, servidor afastado por fraudes em concursos. Além deles, foram presas em flagrante outras três pessoas por porte ilegal de arma de fogo, duas em Agudo e uma na Capital. Kilian também foi detido por não ter permissão para portar uma arma. O motorista do executivo municipal Gilberto Flávio Streck não foi localizado e é considerado foragido por ter um mandado de prisão preventiva contra ele.

O prejuízo estimado com a fraude pode chegar a R$ 1,1 milhão, considerando apenas os anos de 2015 e 2016 conforme auditoria do Tribunal de Contas do Estado. A operação, batizada como Fogo Fátuo, tem o objetivo de reprimir os crimes de corrupção ativa e passiva, peculato (quando envolve subtração ou desvio de verba pública por parte de servidores), fraudes licitatórias, organização criminosa e lavagem de capitais. Entre os bens apreendidos, estão documentos relacionados às dispensas de licitação e contratos administrativos pactuados entre o Poder Executivo de Agudo e empresas do ramo de peças e maquinários, além de notas de empenho e fiscais, agendas, anotações e telefones celulares dos principais investigados, além de possíveis objetos de origem ilícita, como armas de fogo. As informações são da ZH.

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Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

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