Resolução da executiva do PP prevê desconto para deputados infiéis

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O PP Gaúcho está sendo penalizado pela direção nacional do partido, principalmente pelo fato de que o pré-candidato ao governo do RS, o deputado federal Luiz Carlos Heinze tem declarado apoio a Bolsonaro. Heinze, divulgou nesta sexta-feira apoio ao seu colega. Além desse fato, Heinze votou contra a orientação do partido em três propostas : criação do fundo eleitoral e prosseguimento dos dois processos contra o presidente Michel Temer. Em cada decisão de voto como essa, o partido nacional estipulou multas, que resumem-se ao corte de verbas para a campanha, além de não prever dinheiro para os candidatos a deputado estadual que não têm mandato.

O presidente do PP nacional, Ciro Nogueira já avisou que o candidato ao Piratini, Luis Carlos Heinze, terá 70% de desconto no valor original de R$ 4,55 milhões do fundo especial de financiamento da campanha a que teria direito. A direção estadual do PP contesta, principalmente, a aplicação de punição para um deputado que concorre a governador, como é o caso de Heinze.

Além de Heinze, na bancada gaúcha sofrerão as maiores punições os deputados Jerônimo Goergen e Afonso Hamm.

Essa discordância entre o PP gaúcho e a direção nacional não é de agora.

Dentro do PP está claro que a senadora Ana Amélia, maior liderança do PP no estado e candidata favorita à reeleição, não concorda com a aliança feita entre Heinze e Bolsonaro. Na campanha, a estratégia será fugir de fotos e registros nos quais o deputado fluminense apareça. Tudo indica que Ana Amélia apoiará Geraldo Alckmin (PSDB) na corrida ao Palácio do Planalto.

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