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Bento salta da 27º posição para a 18ª em ranking que avalia as melhores cidades brasileiras para negócios


Bento Gonçalves acaba de figurar na 18ª posição do ranking que avalia as melhores cidades brasileiras para se fazer negócios. O estudo, divulgado nesta sexta-feira (11) e que será publicado pela revista Exame, elaborado pela consultoria Urban Systems, mostra ainda, que a Capital do Vinho ocupa a segunda posição no Estado, atrás apenas de Porto Alegre. A pesquisa mapeou municípios com mais de 100 mil habitantes. No último levantamento, Bento ocupava a 27º posição.

O estudo leva em consideração 27 indicadores, divididos em: sócio-demografia, economia, saúde, educação, financeiro, transporte e infraestrutura. Cada indicador tem um peso conforme sua importância e atualidade.

Dentre os aspectos, considerados essenciais para a evolução dos negócios em uma cidade, foram avaliados: população economicamente ativa, índice de desenvolvimento humano municipal, crescimento do produto interno bruto, percentual de empresas com mais de 100 empregados, renda média dos trabalhadores formais, Índice Firjan de Gestão Fiscal, crescimento da frota de automóveis, entre outros.

Além deste levantamento, Bento Gonçalves também ganhou evidência, neste ano, entre as 50 maiores economias do país, ocupando a 43ª posição do Ranking Setorial neste âmbito. A pesquisa realizada pela plataforma Connected Smart mapeou as cidades com maior potencial de desenvolvimento do Brasil, através de indicadores que retrataram inteligência, conexão e sustentabilidade.

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Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

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