Petróleo e coronavírus, as causas do agito nas bolsa mundiais

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A histórica queda dos preços do petróleo e o temor de uma desaceleração generalizada da economia pelo coronavírus e pelo petróleo arrastaram nesta segunda-feira as Bolsas, com quedas expressivas em todo o planeta.

O Ibovespa fechou em queda de mais de 12% . As ações da Petrobras tiveram baixas em torno de 28%. A baixa foi motivada pelo fracasso no acordo para redução na produção da commodity entre a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e a Rússia. A Arábia Saudita anunciou já no sábado que praticará descontos de 20% no preço do barril. Perto do fim da sessão, a Rússia disse estar pronta para suportar uma guerra de petróleo com os sauditas por até uma década. O barril do petróleo tipo Brent – usado como referência pela Petrobras – desabou 24,1% a US$ 34,36. Já o WTI despencou 25,07% a US$ 30,93.

Nesta terça-feira a tendência é de que as bolsa recuperem parte das perdas. Economistas dizem que o país precisa aprovar as reformas para sinalizar ao mercado mais segurança e tranquilidade. O ministro da economia Paulo Guedes disse que vai enviar as reformas em breve. O duro é saber o que vai acontecer com as ações. O dilema viciante daqueles que operam todos os dias na bolsa.

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