Pular para o conteúdo principal

Mandetta não caiu ! Agora !


Após o episódio desta segunda-feira(06) que dominou o noticiário nacional, onde a possibilidade do presidente Jair Bolsonaro de demitir o ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta restou uma certeza. O ministro já caiu! Não vai sair agora, mas vai sair logo ali na frente. Quanto tudo estiver mais controlável.

Ficou claro que Mandetta só não saiu agora, porque a pressão política pra cima do presidente, vida principalmente das ruas e do parlamente, fez ele recuar. A origem do choque está na divergência sobre a melhor forma de lidar com a pandemia do coronavírus, especialmente no que diz respeito ao isolamento e à reabertura dos negócios. O debate sobre o modelo de isolamento é discutível, mas é preciso ter convicção no critério e ter convicção na equipe que é responsável tecnicamente pelo enfrentamento da doença. O sucesso de Mandetta poderia ser também o sucesso de Bolsonaro como chefe e como gestor de uma equipe

Existe até mesmo um nome para o cargo, o de Osmar Terra, que já esteve no primeiro escalão de Bolsonaro, ocupando a pasta da Cidadania até fevereiro deste ano.


De cada lado deste debate há pessoas de boa fé, que, analisando os dados disponíveis, com toda a honestidade de consciência defenderão determinadas formas de lidar com a pandemia. E Bolsonaro deveria defender seu ministro. Recente pesquisa do instituto Datafolha aponta que 82% dos eleitores do presidente apoiam o modo como o Ministério da Saúde vem conduzindo a prevenção e o combate ao coronavírus.

O capital político de Bolsonaro é maior, mas poderá ser bem menor, caso continue a insistir numa tese em que a maior parte da população acredita.

Postagens mais visitadas deste blog

Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

Russos querem mesmo construir porto em Arroio do Sal

O deputado federal gaúcho Bibo Nunes apresentou ao governador Eduardo Leite, sexta-feira, o protocolo de intenções que demonstra o interesse de grupos privados russos em investir um total de R$ 3,56 bilhões na construção de um porto em Arroio do Sal, Litoral Norte do RS. O investimento, inicialmente projetado em cerca de 1 bilhão de dólares pelo secretário do Meio Ambiente, Agropecuária e Pesca de Arroio do Sal, Luis Schmidt, pode chegar a US$ 2,8 bilhões. A prefeitura já concedeu viabilidade econômica para o projeto. São necessárias outras liberações. Além dos investidores russos, há investidores brasileiros, como a Doha, com experiência em portos, o Grupo Del Rio, a IG Consultoria e a GS Business. A intenção do grupo, segundo o prefeito Bolão, é instalar a pedra fundamental da obra em março de 2020.

Está faltando matéria prima para as indústrias moveleiras produzirem

A Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel) e a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) emitiram comunicado conjunto acerca do desabastecimento de painéis de madeira para indústrias e marcenarias. A pandemia provocou paralisação do consumo doméstico da matéria prima, fazendo com que as fornecedoras buscassem o mercado externo. No entanto, com a reabertura do comércio, o ritmo de produção das indústrias de móveis brasileiras cresceu rapidamente. Resultado: Desabastecimento interno. Alta nos preços. Está faltando chapa de MDF e MDP para atender a demanda nacional. A penas no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2019, a exportação do MDP cru para a China registrou aumento de 700% e caso muito semelhante ocorreu com os EUA, com alta de mais de 600%. Eis a nota: A Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel) e a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), que representa a indústria de chapas de painéis, em atenção às manifestações de in